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Dia: 10/3/2010 às 12:45h

Ibama: Bisneto pede audiência para tratar sobre política ambiental

As várias denúncias de perseguição ao pequeno produtor rural por parte do Ibama (Instituto Brasileiro de Recursos Renováveis) levou o deputado Artur Bisneto (PSDB) a solicitar uma audiência pública no plenário da Assembléia Legislativa, para que o órgão explique que tipo de política ambiental está desenvolvendo no Estado.

Em algumas viagens realizadas pelo interior amazonense, Bisneto disse ter recebido denúncias de perseguição a pequenos agricultores, da parte do Ibama e do Instituto Chico Mendes.

No entanto, o deputado informou que recentemente, ao se deslocar de barco do município de Japurá para Maraã, deparou com oito balsas roubando seixo, aos olhos dos fiscais do órgão.

Ao chegar a Maraã, Bisneto encontrou um pescador detido pelos fiscais, após ter sido agredido. Além disso, quebraram a canoa e levaram o motor rabeta, porque o homem estava pescando.

“Quem é maior predador da natureza: o pescador ou os roubadores de seixo”, indagou o deputado. Segundo o deputado, em alguns municípios, qualquer desmatamento que o pequeno agricultor faça é motivo de agressão, intimação e até prisão. Enquanto isso, os grandes extratores de madeira, de seixo, ficam passeando pelo rio e os fiscais do Ibama não fazem nada.

“Entendo que o Ibama tem que mudar o direcionamento de suas ações. Do contrário, todo o trabalho que o governo do Estado faça, visando desenvolver o interior do Estado, será prejudicado”, disse.

Na opinião do deputado, os fiscais do Ibama e do Instituto Chico Mendes precisam entender um pouco mais da realidade do caboclo amazonense, que vive da agricultura de subsistência. “Já são carentes de políticas públicas e se deixarem de produzir e pescar, vão morrer de fome”, alertou.

Mapeamento

Segundo Bisneto, o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) vai ser o relator de um projeto de lei que tramita no Senado propondo um mapeamento das potencialidades da Amazônia. Como o Amazonas é o Estado principal da região amazônica, todos os municípios serão contemplados com políticas de incentivo à produção e linhas de financiamento.

“Espero que o Senado aprove”, defendeu, ressaltando esperar com isso que o Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Chico Mendes passem a tratar o Amazonas de outra forma.

O deputado Adjuto Afonso (PP), que viajou hoje (10) para Lábrea, juntamente com a secretaria de Meio Ambiente, Nádia Ferreira, para uma reunião com os representantes do Instituto Chico Mendes, que resolveram fazer uma campanha contra o Estado do Amazonas.

O parlamentar entende que é preciso conter essa ação e mostrar para o instituto que o Estado tem governo, que possui uma política ambiental. “Ele (Instituto) não pode ficar perseguindo os pequenos agricultores e ignorando os que tiram seixo do leito do rio”, comentou.
O deputado Marco Antonio Chico Preto (PP) também defendeu que o governo vem consolidando boas iniciativas e que outros governos vão consolidar o que foi iniciado na administração.

“Não dá para dizer que o Estado não tem política ambiental e florestal. Agora mesmo o governo acabou de desburocratizar a questão do manejo em pequena escala, para que as famílias que atuam na atividade tenham renda”, disse.

As várias denúncias de perseguição ao pequeno produtor rural por parte do Ibama (Instituto Brasileiro de Recursos Renováveis) levou o deputado Artur Bisneto (PSDB) a solicitar uma audiência pública no plenário da Assembléia Legislativa, para que o órgão explique que tipo de política ambiental está desenvolvendo no Estado.

Em algumas viagens realizadas pelo interior amazonense, Bisneto disse ter recebido denúncias de perseguição a pequenos agricultores, da parte do Ibama e do Instituto Chico Mendes.

No entanto, o deputado informou que recentemente, ao se deslocar de barco do município de Japurá para Maraã, deparou com oito balsas roubando seixo, aos olhos dos fiscais do órgão.

Ao chegar a Maraã, Bisneto encontrou um pescador detido pelos fiscais, após ter sido agredido. Além disso, quebraram a canoa e levaram o motor rabeta, porque o homem estava pescando.

“Quem é maior predador da natureza: o pescador ou os roubadores de seixo”, indagou o deputado. Segundo o deputado, em alguns municípios, qualquer desmatamento que o pequeno agricultor faça é motivo de agressão, intimação e até prisão. Enquanto isso, os grandes extratores de madeira, de seixo, ficam passeando pelo rio e os fiscais do Ibama não fazem nada.

“Entendo que o Ibama tem que mudar o direcionamento de suas ações. Do contrário, todo o trabalho que o governo do Estado faça, visando desenvolver o interior do Estado, será prejudicado”, disse.

Na opinião do deputado, os fiscais do Ibama e do Instituto Chico Mendes precisam entender um pouco mais da realidade do caboclo amazonense, que vive da agricultura de subsistência. “Já são carentes de políticas públicas e se deixarem de produzir e pescar, vão morrer de fome”, alertou.

Mapeamento

Segundo Bisneto, o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) vai ser o relator de um projeto de lei que tramita no Senado propondo um mapeamento das potencialidades da Amazônia. Como o Amazonas é o Estado principal da região amazônica, todos os municípios serão contemplados com políticas de incentivo à produção e linhas de financiamento.

“Espero que o Senado aprove”, defendeu, ressaltando esperar com isso que o Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Chico Mendes passem a tratar o Amazonas de outra forma.

O deputado Adjuto Afonso (PP), que viajou hoje (10) para Lábrea, juntamente com a secretaria de Meio Ambiente, Nádia Ferreira, para uma reunião com os representantes do Instituto Chico Mendes, que resolveram fazer uma campanha contra o Estado do Amazonas.

O parlamentar entende que é preciso conter essa ação e mostrar para o instituto que o Estado tem governo, que possui uma política ambiental. “Ele (Instituto) não pode ficar perseguindo os pequenos agricultores e ignorando os que tiram seixo do leito do rio”, comentou.
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“Não dá para dizer que o Estado não tem política ambiental e florestal. Agora mesmo o governo acabou de desburocratizar a questão do manejo em pequena escala, para que as famílias que atuam na atividade tenham renda”, disse.

Fonte: Diretoria de Comunicação
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