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Dia: 4/2/2010 às 14:50h

Deputados reclamam do transporte aéreo regional

O transporte aéreo regional voltou a ser discutido hoje (04), no plenário da Assembleia Legislativa, onde o deputado Luiz Castro (PPS) cobrou do governo estadual o incremento de políticas públicas para o setor, pediu a participação da bancada federal na busca de saídas com vistas à melhoria do serviço e defendeu os benefícios da lei que reduz o ICMS no querosene de aviação para as pequenas empresas de táxi aéreo que bem servem o interior.

Ele também defendeu a realização de uma nova audiência pública para discutir o problema, além da criação por parte do governo federal de alternativas subvencionadas para os chamados barcos de recreio que servem aos municípios mais distantes, como os do Alto Juruá e Solimões para onde as viagens chegaram a durar até 15 dias de navegação.

Na opinião do deputado Adjuto Afonso (PP), o Governo do Estado ao mandar para a Assembléia Legislativa a lei para redução do ICMS deu um grande passo, imaginando todos que isso iria repercutir no preço da passagem aérea. “Não foi o que ocorreu com a empresa Trip, que está sozinha no mercado, cobrando o que bem entende. Na semana que passou, recebi em meu gabinete representantes da Gol Linhas Aéreas, dizendo que a empresa tem dificuldades para operar na região”, lembrou.

Questionados sobre os motivos de operar com aviões de grande porte no aeroporto de Cruzeiro do Sul, no Acre, e não operar em Parintins ou Tabatinga, que dispõem de aeroportos estruturados, os dirigentes disseram que a empresa estaria pronta para operar nestes municípios, inclusive, com redução no preço da passagem. “Em Parintins, a Gol não opera porque estaria faltando caminhão de bombeiros. Acredito que deveríamos promover uma audiência pública para discutir e resolver esses pequenos entraves”, afirmou Adjuto.

Para o deputado Luiz Castro, o custo de uma passagem aérea para os municípios do Alto Rio Negro, Solimões, Juruá, Purus é completamente inacessível para 95% da população. Essas regiões, segundo Castro, há muitas décadas não tem sido compensada pelas políticas sociais dos governos federal e estadual. “Não falo do atual governo, mas afirmo que nunca houve uma política verdadeiramente focada para diminuir essa distância da desigualdade, que gera um desconforto, ceifa vidas e causa muito sofrimento”.

O transporte aéreo regional voltou a ser discutido hoje (04), no plenário da Assembleia Legislativa, onde o deputado Luiz Castro (PPS) cobrou do governo estadual o incremento de políticas públicas para o setor, pediu a participação da bancada federal na busca de saídas com vistas à melhoria do serviço e defendeu os benefícios da lei que reduz o ICMS no querosene de aviação para as pequenas empresas de táxi aéreo que bem servem o interior.

Ele também defendeu a realização de uma nova audiência pública para discutir o problema, além da criação por parte do governo federal de alternativas subvencionadas para os chamados barcos de recreio que servem aos municípios mais distantes, como os do Alto Juruá e Solimões para onde as viagens chegaram a durar até 15 dias de navegação.

Na opinião do deputado Adjuto Afonso (PP), o Governo do Estado ao mandar para a Assembléia Legislativa a lei para redução do ICMS deu um grande passo, imaginando todos que isso iria repercutir no preço da passagem aérea. “Não foi o que ocorreu com a empresa Trip, que está sozinha no mercado, cobrando o que bem entende. Na semana que passou, recebi em meu gabinete representantes da Gol Linhas Aéreas, dizendo que a empresa tem dificuldades para operar na região”, lembrou.

Questionados sobre os motivos de operar com aviões de grande porte no aeroporto de Cruzeiro do Sul, no Acre, e não operar em Parintins ou Tabatinga, que dispõem de aeroportos estruturados, os dirigentes disseram que a empresa estaria pronta para operar nestes municípios, inclusive, com redução no preço da passagem. “Em Parintins, a Gol não opera porque estaria faltando caminhão de bombeiros. Acredito que deveríamos promover uma audiência pública para discutir e resolver esses pequenos entraves”, afirmou Adjuto.

Para o deputado Luiz Castro, o custo de uma passagem aérea para os municípios do Alto Rio Negro, Solimões, Juruá, Purus é completamente inacessível para 95% da população. Essas regiões, segundo Castro, há muitas décadas não tem sido compensada pelas políticas sociais dos governos federal e estadual. “Não falo do atual governo, mas afirmo que nunca houve uma política verdadeiramente focada para diminuir essa distância da desigualdade, que gera um desconforto, ceifa vidas e causa muito sofrimento”.

Fonte: Diretoria de Comunicação
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