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O mês de março é marcado pela campanha Março Azul Marinho, um alerta vital para a saúde pública. Instituída para conscientizar a população sobre o câncer colorretal (que atinge o cólon e o reto), a iniciativa busca reduzir a mortalidade por meio da informação e do diagnóstico precoce.
No Amazonas, a mobilização ganha força com o apoio direto da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), por meio da sua Diretoria de Saúde.
Inclusive, por meio da Lei nº 6.053, de autoria do presidente da Casa, deputado Roberto Cidade (UB), foi incluído o Março Azul Marinho no calendário oficial do Estado.
“É essencial ampliar, ao máximo, a divulgação de informações a respeito do assunto, as medidas de prevenção e os exames que podem promover um diagnóstico precoce, que permita tratamento e até a cura”, aponta Cidade.
O principal objetivo do Março Azul Marinho é desmistificar a doença e incentivar o rastreamento preventivo, afirma o diretor de saúde, médico Arnoldo Andrade, explicando que o câncer colorretal é um dos poucos tipos de tumor que podem ser prevenidos de forma eficaz, pois muitas vezes se origina de pólipos, que são pequenas lesões benignas que crescem na parede do intestino e que, se detectadas e removidas precocemente via colonoscopia, impedem o surgimento do câncer.
Segundo o médico o diagnóstico em estágios iniciais eleva as chances de cura para até 90%. “Por ser uma doença silenciosa em sua fase inicial, a campanha foca especialmente em pessoas acima dos 45 anos, idade recomendada para o início dos exames de rotina, mesmo na ausência de sintomas”, destaca Andrade
Centro Médico
O Centro Médico Carlos Avelino da Aleam atua orientando servidores e colaboradores sobre a importância de manter os exames em dia.
O centro oferece suporte e direcionamento para a realização de exames preventivos, como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia, reforçando que a saúde do servidor é prioridade para o bom funcionamento do Legislativo.
Embora o ideal seja descobrir a doença antes de qualquer sintoma, o corpo pode dar sinais de que algo não vai bem.
Devem ser investigados imediatamente por um médico sangue nas fezes (seja vivo ou escurecido); alteração do hábito intestinal (diarreia ou prisão de ventre que não passa); mudança no formato das fezes (muito finas ou compridas); dor ou desconforto abdominal persistente; perda de peso inexplicada e anemia (fraqueza e palidez).
Números
Os números reforçam a urgência do debate. Segundo as estimativas mais recentes do Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil são esperados mais de 53 mil novos casos de câncer colorretal para o ano de 2026.
A doença já é o segundo tipo de câncer mais frequente entre homens e mulheres (atrás apenas de próstata e mama, respectivamente, se excluído o câncer de pele não melanoma).
No âmbito estadual, o Amazonas acompanha a tendência nacional de crescimento. Dados recentes apontam uma estimativa de centenas de novos casos anuais, com uma concentração significativa em Manaus (cerca de 80% dos óbitos registrados no estado ocorrem na capital).
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