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Comandante Dan defende a preservação ambiental e sustentabilidade na Amazônia, na Câmara dos Deputados

Por Assessoria de Comunicação

19.jun.2024 11:44h
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Foto: Assessoria de Comunicação

O deputado Comandante Dan (Podemos) participou do 1º Fórum de Deputadas e Deputados Estaduais da Amazônia Legal, promovido pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), na terça-feira (18/6), na Câmara Federal, em Brasília.  Durante o encontro, dois ministros de Estado e um parlamentar federal abordaram temas importantes para região.

“Há muita coisa em jogo e não podemos deixar que ninguém fale por nós. Os amazônidas precisam assumir o protagonismo de suas histórias e é por essa razão que estou aqui. Vim defender indissociabilidade do binômio preservação do meio ambiente e sustentabilidade. Precisamos levar trabalho, renda e serviços públicos ao povo da floresta, porque não há preservação sem o exercício de cidadania”, declarou o Comandante.

Comandante Dan, presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e presidente da Comissão de Justiça e Segurança da Unale, enfatizou que não poderia deixar de falar nas facções criminosas transnacionais que invadem a Amazônia e patrocinam todo tipo de crime ambiental, praticando o que se convencionou chamar de narconegócio, ou narcogarimpo. “Estamos perdendo nossa soberania para esses criminosos internacionais. Urge unir os parlamentos dos estados da região, para um plano integrado, com a participação do Governo Federal”, disse.

O ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho, apresentou a proposta ministerial à região e Simone Tebet, que responde pela pasta de Planejamento e Orçamento, mostrou os cinco eixos de integração do Brasil com os países vizinhos. O deputado federal por Rondônia, Lúcio Mosquine, abordou os projetos que tramitam no Congresso Nacional sobre regularização fundiária na Amazônia.

Encerrando sua fala na tribuna do evento, o deputado Dan defendeu que não se pode mais pensar na Amazônia sem ter em mente as mudanças climáticas.  “Estamos às vésperas de vivenciar, pelo segundo ano consecutivo, a maior vazante de toda a Bacia Amazônica e não sabemos como o meio ambiente responderá a essas tragédias, que serão cada vez mais frequentes”, finalizou.