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Dan Câmara denuncia desserviço prestado nas travessias dos rios Curuçá e Autaz Mirim, na BR319

Por Assessoria de Comunicação

13.jun.2023 14:06h
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Foto: Divulgação Assessoria

Em Audiência Pública, realizada na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), nesta terça-feira, 13, requerida pelo presidente da Casa, deputado Roberto Cidade (UB), sobre a reconstrução das pontes sobre o Rio Curuçá e Autaz Mirim, na BR319, o deputado Comandante Dan (PSC) denunciou mais uma vez os péssimos serviços, que estão sendo prestados à travessia de balsa daqueles rios. “O serviço é temporário e emergencial, mas deixa muito a desejar”, afirmou o parlamentar.

O serviço afeta mais diretamente a cinco municípios, segundo ele, Autazes, Careiro Castanho, Careiro da Várzea, Manaquiri e Nova Olinda do Norte. O impacto imediato atinge 120 mil cidadãos amazonenses.

Dan Câmara representou contra a Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e foi realizada no dia 2 de junho a primeira Audiência “Queremos resolver o imediato e resolver o definitivo, mas notamos inclusive um desencontro de informações entre a central do DNIT, em Brasília, e o escritório regional”, falou Dan Câmara.

“Prejuízo ao ir e vir, à educação, à economia, à saúde daqueles amazonenses, com prazos não cumpridos, demandas não atendidas e infelizmente ouço ainda que, após nove meses de desserviço, o contrato com empresa que presta o desserviço está prestes a ser renovado, porque ela é a única credenciada: é um absurdo”, declarou o deputado.

Na ocasião, expressou a insatisfação ao superintendente regional do DNIT, Luciano Moreira, com a solução de médio prazo apresentada pela instituição ao problema: “Uma ponte temporária de madeira e metal com apenas uma mão não resolve em absoluto o problema, já que haverá um conflito para o revezamento de quem deseja seguir em direção a Manaus e quem deseja retornar aos municípios”, avaliou.

O deputado defendeu uma gestão integrada e coordenada para encontrar soluções mais efetivas, eficazes e célere. “Não vou tratar da responsabilidade sobre o desabamentos e as mortes que poderiam ter sido evitadas com uma ação proativa, isso caberá à justiça, mas as responsabilidades precisam ser apuradas”, concluiu o parlamentar.