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Dan Câmara explica que situação das pontes de BR-319 continua crítica

Por Assessoria de Comunicação

07.ago.2023 12:59h
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Foto: Divulgação Assessoria

O deputado Comandante Dan (Podemos) esteve no último sábado, 5 de agosto, inspecionando a situação das pontes que desmoronaram na BR-319, sobre os rios Curuçá e Autaz Mirim. De responsabilidade da União, por se tratar de uma rodovia federal, a situação da travessia naqueles trechos de rio continua crítica e sem perspectiva de melhora em curto e médio prazo, de acordo com o deputado.

O parlamentar constatou que o tempo de espera para realizar a travessia do Rio Curuçá é de duas a três horas. Vários são os problemas com o serviço temporário de balsas contratado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), desde o tamanho do equipamento, pequeno para a demanda da quantidade de veículos que transita na estrada, ao estado de conservação e às condições de funcionamento da balsa utilizada, visivelmente precária.

Cinco municípios do Amazonas, Autazes, Careiro Castanho, Careiro da Várzea, Manaquiri e Nova Olinda do Norte, são mais diretamente afetados pela crise instalada naquela região, em razão da queda das duas pontes, entre setembro e outubro de 2022, e que resultaram em cinco mortes e 14 feridos. “Estamos nessa luta desde antes da eleição, entretanto oficialmente interagimos desde 20 de março, quando levamos 25 cidadãos, parlamentares e lideranças daquelas cidades para primeira reunião com o DNIT. De lá pra cá já  realizamos inúmeras ações e nada aconteceu em favor da população, infelizmente”, declarou o deputado.

Dan Câmara representou no Ministério Público Federal (MPF) contra a Superintendência Regional do DNIT, em razão do serviço emergencial prestado, bem da ausência de soluções definitivas em médio prazo. A primeira audiência aconteceu dia 2 de junho.  “Depois disso, o superintendente esteve no Legislativo estadual para se explicar, foi substituído pelo Governo Federal, decretaram estado de emergência na situação, anunciaram certame licitatório, mas nada de prático e efetivo mudou para melhor na vida dos 120 mil cidadãos amazonenses que vivem nas cidades mais prejudicadas”, concluiu.

“Houve o início de alguma obra, sem qualquer celeridade e eficácia. No último sábado não havia trabalhadores no local.  A placa do DNIT informa que a obra ficará pronta em outubro de 2023, mas duvido dessa possibilidade. Precisamos insistir no assunto e conquistar mais parcerias em favor dos cidadãos”, concluiu.