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Deputado Cabo Maciel solicita Lancha Blindada para combater assaltos a embarcações na Calha do Madeira

Por Assessoria de Comunicação

29.set.2023 11:59h
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Foto: Paulo Ferraz

Em seu discurso durante Sessão Ordinária da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o deputado estadual Cabo Maciel (PL), solicitou às autoridades de Segurança Pública do Estado, medidas mais ‘energéticas’ no combate aos assaltos cometidos pelos ‘piratas do rio’ na calha do Rio Madeira, no Sul do Amazonas. Nesta semana, uma família foi alvo dos criminosos em uma embarcação na região do Lago do Antônio, zona Rural do município de Humaitá (a 675 quilômetros de Manaus).

Na ocasião, oito elementos renderam o proprietário da embarcação Ivanaldo e todos os familiares, onde foram agredidos e tiveram a renda e os pertences roubados. Os criminosos, ainda, levaram como refém o dono do barco e um dos filhos, mas eles conseguiram pular da lancha e se salvaram. “Está virando rotina em várias regiões do Estado o assalto a barcos feito por quadrilhas especializadas, pertencentes aos grandes comandos do tráfico de drogas no Amazonas. O crime organizado só respeita uma coisa: força e braço forte do Estado”, comentou.

Para fortalecer as ações policiais nos rios e evitar novas ocorrências, o parlamentar que é vice-presidente da Comissão de Segurança Pública da Casa Legislativa, encaminhou um requerimento de indicativo ao Governo do Estado e a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), para que possa ser enviada uma lancha blindada para ficar sob o comando do 4°Batalhão da Polícia Militar de Humaitá (BPM), para fazer as operações de combate aos assaltos às embarcações na calha do Rio Madeira.

A embarcação irá atender o anseio e uma grande parte da população do interior, sobretudo, nos municípios de Humaitá, Manicoré (à 390 km de Manaus), Novo Aripuanã (à 225 Km), Borba (à 215 km) e Nova Olinda do Norte (à 126 Km). “É preciso intensificar as operações para devolver a sensação de tranquilidade da população. Dessa forma, vamos equilibrar as forças, porque os bandidos só respeitam a forma do Estado de reação. Então, será olho por olho e dente por dente”, concluiu.