PERFIL

DA DEPUTADA

Alessandra Campêlo

Formada em Jornalismo pela UFAM, pós-graduada em Planejamento Governamental e Orçamento Público pela UEA e policial civil concursada, Alessandra Campêlo da Silva é natural de Manaus (AM) e nasceu em 1 de novembro de 1974. É deputada estadual de dois mandatos na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas. Atualmente, preside a Comissão da Mulher, da Família e do Idoso da Casa.

Alessandra foi eleita pela primeira vez para o cargo em 2014, quando obteve 25.361 votos. Foi a única mulher eleita naquele pleito e assumiu o mandato em 2015, na 18ª legislatura da Assembleia. Destacou-se pela postura aguerrida na tribuna do Plenário Ruy Araújo, assiduidade e propostas legislativas voltadas, principalmente, às causas das mulheres.

Campêlo concorreu à reeleição em 2018. Novamente foi consagrada nas urnas, desta vez com 23.859 votos. Na 19ª legislatura, assumiu o segundo mandato em 2019 e ficou no parlamento até fevereiro de 2021, quando se licenciou da Casa para assumir a Secretaria de Estado da Assistência Social a convite do governador Wilson Lima.

Na Seas, Alessandra teve atuação destacada no combate aos impactos sociais e econômicos da pandemia da Covid-19 na população em situação de vulnerabilidade. Colaborou com a criação de programas socioassistenciais que impactaram a vida de milhares de amazonenses, como os auxílios emergenciais da Pandemia, Enchente e Permanente.

Outras marcas da administração de Alessandra na Assistência Social são a ampliação do programa social Prato Cheio, restaurantes e cozinhas populares na capital e interior do estado; e a concretização do Programa Dignidade Menstrual, resultado de lei aprovada na Assembleia do Amazonas, que garante a distribuição gratuita de absorventes higiênicos para estudantes em situação de vulnerabilidade social nas escolas públicas.

Alessandra retomou o mandato em abril de 2022. As pautas prioritárias do mandato são: Mulheres, Famílias e Idosos; Assistência Social; Crianças e Adolescentes; Esporte, Juventude e Cultura; Apoio aos municípios; e Destinação de emendas para as áreas de Saúde, Educação e Segurança.

No dia 2 de outubro de 2022, foi reeleita para o terceiro mandato com 48.533 votos concorrendo pelo PSC, sendo a quarta mais votada entre os 24 parlamentares eleitos. Alessandra Campêlo foi diplomada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) no dia 12 de dezembro. A posse aconteceu no dia 1 de fevereiro de 2023.

Alessandra Campêlo da Silva

Manaus (AM)

01/11

deputada.alessandracampelo@aleam.gov.br

(92) 3183-4375 ou 3183-4553

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Cessao de Tempo ‘Lute como uma garota da Aleam conscientiza criancas sobre a violencia contra a mulher Foto Matheus Rodrigues Aleam scaled
04.03.26 16:01h
Cessão de Tempo ‘Lute como uma garota’ da Aleam conscientiza crianças sobre a violência contra a mulher
Na semana das celebrações do Dia Internacional da Mulher (8 de março), a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), por meio da Procuradoria Especial da Mulher, presidida pela deputada Alessandra Campelo (Podemos), realizou, nesta quarta-feira (4/3), no Plenário Ruy Araújo, a Cessão de Tempo “Lute como uma garota”. A ação rompe com a formalidade tradicional da data e aposta na conscientização de crianças e adolescentes sobre a importância de debater o feminicídio e promover a igualdade de direitos entre homens e mulheres. A deputada Alessandra Campelo usou a tribuna para se manifestar e afirmou que, nesta quarta-feira, a Casa estava diferente e bonita, pois não estavam olhando apenas para crianças, mas para o futuro e para a esperança de que as coisas possam ser diferentes. “Temos aqui meninos que estão usando uma camisa com a frase ‘Eu respeito as meninas’. Isso mostra que são meninos que vão crescer tratando as meninas com igualdade e respeito. São meninos que vão crescer entendendo que não são melhores nem maiores. Temos também meninas que estão usando uma camiseta com a frase ‘Lute como uma garota’. Isso mostra que essas meninas não vão aceitar nada menos do que igualdade e respeito. Não vão aceitar serem diminuídas”, destacou. A parlamentar afirmou que a violência contra a mulher não começa na agressão física, mas na educação equivocada. “Quando, às vezes, de forma errada, tentamos mostrar aos meninos que eles são mais fortes e maiores. E não são nem menores nem maiores, nós somos iguais. Meninos e meninas são iguais em seus direitos, embora fisicamente sejam diferentes. A violência começa quando ensinamos uma menina que ela deve aguentar calada, aceitar abusos, qualquer tipo de violência. A violência contra a mulher começa quando nós, adultos, não damos exemplos. Hoje, esta Cessão de Tempo é simbólica porque queremos dar esse recado à sociedade”, enfatizou. Em aparte, o deputado Rozenha (PMB) também se manifestou em apoio à deputada. Ele disse que ouvia sua fala admirando a mulher que aquela menina se tornou. “Vossa Excelência engrandece este Parlamento de uma forma diferente, com essa luta incansável, obstinada e corajosa que vem travando não só contra a violência contra a mulher, mas, acima de tudo, pela conscientização e punição de agressores. Hoje, no Amazonas, por mais estranho que possa parecer, um agressor de mulher não teme a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes contra a Mulher. O agressor teme a deputada Alessandra Campelo, porque sabe que ficará na mira de alguém que não tem piedade com o agressor”, afirmou. Já a deputada Professora Jacqueline (União Brasil) falou sobre a Constituição Federal, que garante, em seu artigo 5º, que homens e mulheres são iguais perante a lei. “Ainda vemos muita desigualdade em relação às questões salariais, ao espaço político e à habitação. Todas as mulheres ainda sofrem muito, embora os direitos sejam assegurados por lei”, disse. Crianças e adolescentes se manifestam A solenidade contou com a participação de 50 crianças e adolescentes, 30 meninas e 20 meninos, que puderam expressar o que pensam sobre igualdade, respeito e os direitos das mulheres. A pequena Valentina Cabral, de oito anos, apresentou um texto sobre as mulheres e falou da esperança de um mundo melhor no futuro. “A história é marcada por mulheres que abriram caminhos, quebraram barreiras e provaram que o lugar da mulher é onde ela quiser. Mais do que grandes feitos, são os gestos cotidianos, a persistência silenciosa, a empatia e a firmeza diante das dificuldades que revelam sua verdadeira grandeza. Que cada menina cresça sabendo o seu valor e que cada mulher conheça a sua potência”, disse. A adolescente Júlia Mota, de 16 anos, agradeceu à deputada Alessandra Campelo pela oportunidade de falar da tribuna da Aleam e pelo espaço concedido aos meninos e meninas. “Hoje, falo como adolescente e estudante, e como a voz de muitas meninas que sonham, acreditam e estudam para tornar o mundo um lugar mais justo. Durante muito tempo, ‘lutar como uma garota’ foi usado como ofensa ou visto como algo negativo. Mas lutar como uma garota é ter coragem quando dizem que você não pode. Resistir mesmo quando tentam nos diminuir. Eu sonho com um futuro em que nenhuma menina tenha medo de andar sozinha”, afirmou. Já Lenara Muniz,  mãe de Bruna, de oito anos, e de Arthur, de 12, falou da importância da educação das crianças dentro de casa para formação de cidadãos melhores. “Toda violência contra as mulheres começa na prevenção. Precisamos mostrar para quem é o nosso futuro que são as crianças que lutar como uma garota é uma mensagem que deve ficar na cabeça das meninas. Em casa, tento conscientizar meus filhos, principalmente o menino, que carrega o maior estigma do machismo estrutural”, afirmou.
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Assembleia Legislativa do Amazonas tera programacao especial pelo 8 de Marco Foto Danilo Mello Aleam
03.03.26 13:49h
Assembleia Legislativa do Amazonas terá programação especial pelo 8 de Março
A Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) preparou uma agenda intensa e diversificada para marcar o Dia Internacional da Mulher, celebrado no próximo domingo, 8 de março. O objetivo é transformar o simbolismo da data em ações concretas de conscientização, combatendo o cenário de violência crescente e as desigualdades sociais que ainda limitam o público feminino no mercado de trabalho e em cargos de liderança. Dando início à programação, o plenário Ruy Araújo recebe, nesta quarta-feira (4/3), a partir das 10h, Cessão de Tempo, com o tema “Lute como uma garota”. A ação, proposta pela presidente da Procuradoria da Mulher, deputada Alessandra Campelo (Podemos), rompe com a formalidade tradicional ao abrir a tribuna para 50 crianças e adolescentes. Na ocasião, 30 meninas e 20 meninos terão espaço para expressar suas visões sobre igualdade, respeito e direitos das mulheres. Segundo a parlamentar, a ação foca na educação como base para uma mudança cultural, preparando meninos que respeitem a igualdade e meninas que conheçam sua força desde cedo, visando a redução futura dos índices de violência e assédio. “Não é possível falar de combate à violência contra a mulher sem falar de educação”, disse Alessandra Campelo, ao afirmar que a transformação social começa na infância. “É na infância que se formam valores, que se aprende o que é respeito e que se constrói uma nova mentalidade. Dar voz às crianças no plenário é um gesto simbólico, mas também profundamente político”, afirma a deputada. Dando continuidade às celebrações, o ponto alto da mobilização externa acontece no domingo (08/03), a partir das 7h30, com a caminhada “Direitos não são favores”, no calçadão da Praia da Ponta Negra. O evento, realizado pela Procuradoria Especial da Mulher com apoio do presidente da Aleam, deputado Roberto Cidade (União Brasil), e de órgãos da rede de proteção como o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), Ministério Público do Amazonas (MPE-AM), Defensoria Pública do Estado (DPE-AM), Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) e Ronda Maria da Penha da Polícia Militar do Amazonas. “Cada direito que temos hoje foi conquistado com luta, mobilização e coragem. Nada foi dado de graça. Conhecer esses direitos é a primeira forma de protegê-los”, afirma Alessandra Campelo, reforçando o objetivo da ação é reforçar que conquistas como a igualdade salarial, acesso aos canais de denúncia e o combate à importunação sexual não são concessões gratuitas, mas direitos fundamentais que precisam ser defendidos diariamente por toda a sociedade. Dados Atualmente o Brasil ainda registra números alarmantes de feminicídio e disparidades econômicas severas, onde mulheres ganham cerca de 20% menos que homens mesmo com maior escolaridade. Ao unir a escuta das crianças no Parlamento e a ocupação das ruas com a caminhada, a Assembleia Legislativa reafirma seu papel como espaço de educação cidadã e proteção, sinalizando que a construção de um futuro sem violência contra a mulher depende da união entre políticas públicas e a conscientização de todas as gerações. “O 8 de Março não é apenas uma data simbólica. É um chamado à responsabilidade coletiva. Precisamos continuar avançando, fortalecendo políticas públicas e garantindo que nenhuma mulher esteja sozinha”, enfatiza a deputada Alessandra Campelo.  
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03.03.26 11:50h
Assembleia Legislativa do Amazonas abre tribuna para ouvir crianças sobre o Dia Internacional da Mulher
Como parte das celebrações do Dia Internacional da Mulher (8 de março), a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) realiza, nesta quarta-feira (4/3), a partir das 9h, no plenário Ruy Araújo, a Cessão de Tempo “Lute como uma garota”, ação que rompe com a formalidade tradicional da data e aposta na força simbólica da nova geração. A iniciativa é da deputada estadual Alessandra Campelo (Podemos), Procuradora Especial da Mulher da Aleam, e contará com a participação de 50 crianças e adolescentes, sendo 30 meninas e 20 meninos, que terão espaço na tribuna para expressar o que pensam sobre igualdade, respeito e os direitos das mulheres. A proposta é dar voz aos chamados curumins e cunhantãs, estudantes que representam o futuro da sociedade amazonense, em um gesto simbólico da “Casa do Povo” em direção a uma cultura de não violência. Segundo Alessandra Campelo, a transformação social começa na infância. “Não é possível falar de combate à violência contra a mulher sem falar de educação. É na infância que se formam valores, que se aprende o que é respeito e que se constrói uma nova mentalidade. Dar voz às crianças no plenário é um gesto simbólico, mas também profundamente político”, afirma. A parlamentar destaca que o 8 de Março vai além de uma data comemorativa. Trata-se de um marco histórico de luta por direitos, igualdade e dignidade. “A redução dos índices de violência contra meninas e mulheres passa por uma mudança cultural. E essa mudança começa agora, com os meninos que serão os homens do futuro e com as meninas que precisam crescer sabendo que têm direitos e oportunidades iguais”, reforça. Ao abrir a tribuna para crianças e adolescentes, o Poder Legislativo estadual sinaliza um compromisso institucional com a construção de um futuro sem violência, assédio ou importunação sexual. A cessão de tempo integra a agenda especial da Procuradoria da Mulher da Aleam para o mês de março, reafirmando o papel do Parlamento como espaço de escuta, educação cidadã e promoção dos direitos humanos.
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