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Dermilson Chagas defende o direito de humorista trabalhar em paz sem ser perseguido

Por Assessoria de Comunicação

16.jun.2022 7:17h
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Foto: Divulgação Assessoria

O deputado estadual Dermilson Chagas (Republicanos) disse, na sessão plenária da Assembleia Legislativa, na terça-feira (14/6), que Thiago Caldeira, conhecido por seu personagem Abdias, o “Cabucão”, merece respeito como artista e cidadão e deve ter o seu direito de trabalhar assegurado. No último fim de semana, Abdias gravou um vídeo emocionado pedindo que o governador Wilson Lima (UB) pare de persegui-lo.

O deputado Dermilson Chagas lembrou que o humorista fez críticas à gestão de Wilson Lima como governador do Amazonas e por isso está sendo perseguido. No fim de semana, Abdias foi informado de que não iria apresentar neste ano o festival folclórico de Parintins, evento que o humorista já apresenta há quase vinte anos. Além disso, ele recebeu uma intimação para que prestasse depoimento na Delegacia Geral por calúnia e difamação a Wilson Lima.

“Eu gostaria aqui de fazer uma nota de repúdio aqui da tribuna contra o Governo e a favor do Abdias. Aquele gesto que o Abdias fez foi de desespero. Aquele gesto é simplesmente o Governo sufocando o que ainda resta para o cidadão: o trabalho. A perseguição que o Governo faz não é só a você Abdias, diversas outras pessoas foram perseguidas e outras continuam sendo. E se esta Casa não se posicionar sobre essa perseguição será uma omissão. Que cara nós podemos ter com a população vendo essa arbitrariedade, do governador praticando perseguição com as pessoas. Nós não podemos nos calar diante disso”, disse o deputado Dermilson Chagas.

O deputado Dermilson Chagas destacou ainda que as palavras de Abdias vão além da sua arte e que elas são um desabafo não só dele, mas da sociedade que está insatisfeita com a atual gestão do Governo, porque há falta de investimento na estrutura da Saúde, porque falta remédios, falta exames, falta consulta, e porque há falta de segurança, tem assaltos de ônibus todos os dias, ataques de facções, falta de policiamento, entre outros problemas.

 “O Abdias perdeu o pai, que era uma referência para ele e sua família e um colega tecladista, que trabalhava com ele durante os dias da crise de oxigênio em Manaus. E tudo isso aconteceu por negligência desse governador que está no poder”.

 

COORDENAÇÃO DA COMUNICAÇÃO: GUILHERME GIL E KELRIANE COSTA

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