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Desafios relacionados à Síndrome de Down são destaques na Assembleia Legislativa do Amazonas, nesta terça-feira (21)

Por Diretoria de Comunicação da Aleam

21.mar.2023 15:26h
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Foto: Danilo Mello

O Dia Internacional da Síndrome de Down,  celebrado em 21 de março, e a importância da data, que tem o objetivo de conscientizar e quebrar o estigma social a respeito do tema, foram repercutidos pelos deputados durante a Sessão Ordinária nesta terça-feira (21), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

A deputada Joana Darc (União Brasil), mãe de uma criança com Down, discorreu sobre as dificuldades enfrentadas, por pais e mães, desde quando recebem o diagnóstico dos filhos até o acesso às terapias necessárias para o desenvolvimento das pessoas com a síndrome.

“É bonito falar que as pessoas com síndrome de Down tem o cromossomo do amor, mas é preciso falar que seus familiares também têm o cromossomo do amor”, disse, se referindo ao a triplicação (trissomia) do 21º cromossomo que causa a síndrome. Darc afirmou que busca, junto ao Executivo estadual, a recriação da Secretaria de Estado da Pessoa com Deficiência (Seped).

O deputado Cabo Maciel (PL) falou da necessidade de combater preconceitos, por meio da educação e conscientização da sociedade sobre a síndrome, além de investir em políticas públicas de inclusão social.

“Como presidente da Comissão de Educação, coloco toda equipe à disposição para que possamos contribuir para o fortalecimento da legislação voltadas para esse público”, disse.

Outra parlamentar que também se manifestou sobre o assunto foi a deputada Mayra Dias (Avante), que reforçou a necessidade de conscientização, igualdade de direitos, inclusão e bem-estar dos indivíduos com síndrome de Down em todas as esferas sociais.

E para contribuir para essas conquistas, informou que, nesta terça-feira (27), apresentou requerimento à Mesa Diretora com a finalidade de indicar ao governo estadual, que em parceira com as prefeituras municipais, implantação de núcleos de inclusão socioassistenciais e atividades adaptadas.

“Esses locais poderão atender as demandas da população no que se refere à inclusão social das pessoas com deficiência”, disse, lembrando que teve experiência de realizar acompanhar um trabalho semelhante realizado no município de Parintins (distante a 369 km distante da capital).

Nesses núcleos, explicou a deputada, seriam oferecidos serviços de fonoaudiólogos, educadores físicos, assistentes sociais, pedagogos, psicopedagogos, fisioterapeutas, psicólogos e massoterapeutas.

“A proposta daria acesso ao conjunto de serviços, benefícios e atividades psicomotoras, proporcionando novas vivências, experiências e autonomia fazendo a diferença na vida dessas pessoas”, concluiu.