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Escrivães e investigadores da Polícia Civil cobram que Governo cumpra a lei do escalonamento e regularize promoções da categoria

Por Dayson Valente

26.mai.2022 16:52h
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Foto: Divulgação Assessoria

Um grupo independente de escrivães e investigadores da Polícia Civil do Estado do Amazonas (PCAM) reuniu nesta quinta-feira, 26, com o deputado estadual Wilker Barreto (Cidadania) para reivindicar que o Governo não vem cumprindo o pagamento do escalonamento salarial e o destravamento das promoções, prometidos pelo Governo, mas que não vêm sendo cumpridos. A comissão, que ocupou a galeria da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) durante sessão ordinária, quer uma reunião com o Executivo estadual para discutir as pendências financeiras garantidas em lei.

Durante a reunião com o parlamentar, os servidores explicaram que necessitam de uma agenda com o Governo para discutir soluções acerca do cumprimento da Lei nº 4.576/2018, que dispõe sobre a reestruturação remuneratória de servidores da Polícia Civil do Estado. A cobrança da categoria pede que o Governo efetue com o pagamento da quinta e última parcela prevista na Lei do Escalonamento, que deveria ter sido realizada no mês de janeiro. O pagamento, inclusive, consta na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022, aprovado pela Casa Legislativa, no entanto, o Executivo não se manifestou para quitar a pendência financeira.

“Ninguém do governo se posicionou para encontrar uma agenda e, para nossa tristeza, aqui na Assembleia Legislativa também. Mas o governo não paga porque não quer, o orçamento está aí para provar que tem recursos, por isso não tem agenda. Podem contar com meu apoio”, ponderou Wilker.

Para Tharcila Martins, uma das lideranças da comissão independente, o intuito do movimento é que o Governo garanta os direitos dos policiais civis.

“Só queremos que o governo se sensibilize e abra uma agenda de reuniões para que a gente possa definir e discutir esses pleitos, que são importantes para categoria. Hoje, escrivães e investigadores somam quase 85% da Polícia, por isso, a gente só quer respeito e valorização”, afirmou a sindicalista.

 

 

Jornalista responsável: Nathália Silveira (92) 98157-3351

Texto: Dayson Valente

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