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Lei de Roberto Cidade institui a ‘Semana Estadual de Conscientização sobre a Depressão Infanto-Juvenil’

Por Assessoria de Comunicação

09.ago.2022 15:17h
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Foto: Joel Arthus

A proposta do deputado Roberto Cidade (UB), presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), que institui a Semana Estadual de Conscientização sobre a Depressão Infanto-Juvenil agora é lei. Sancionada, a Lei nº 6007/22, prevê o fortalecimento da rede de serviços para as crianças e adolescentes, além de garantir o acompanhamento psicológico adequado aos jovens.

“Precisamos ficar atentos e cada vez mais vigilantes para ajudar as nossas crianças e jovens em quadros depressivos e em outros problemas psicológicos. Muitas vezes a pouca idade, a falta de entendimento sobre o que está acontecendo e o preconceito impedem que eles busquem ajuda, por isso essa lei. Queremos envolver a escola nesse processo de ajuda em caso de necessidade, incentivar para que haja mais conscientização sobre a depressão entre crianças e adolescentes”, afirmou.

A Lei prevê a realização da Semana Estadual de Conscientização sobre a Depressão Infanto-Juvenil, tendo como objetivos a realização de campanhas educativas seminários, palestras, oficinas, debates; o acesso a uma rede especializada de saúde em tratamento individualizado; e o envolvimento de pais e responsáveis no acompanhamento do aluno. A semana de conscientização deve ser realizada, anualmente, na primeira semana do mês de outubro.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que há atualmente 350 milhões de pessoas em todo mundo com depressão e cerca de 1% a 2% dessas pessoas são crianças. As causas da doença variam. Podem incluir predisposição genética; traumas, como abuso sexual ou psicológico; problemas de convivência familiar e outros.

 

Alerta aos sintomas

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) aponta alguns sinais de alerta para pais e professores que podem indicar que a criança está passando por um processo de depressão.

Entre eles estão, problemas com o sono, mudança nos padrões alimentares como falta de apetite, dificuldade de se separar dos pais, irritabilidade e/ou raiva persistentes, reclamações, baixa autoestima, desinteresse pelas atividades habituais ou brincadeiras e dificuldade de concentração.

 

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