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Situação dos servidores da Seduc foi debatida na Aleam, nesta quarta-feira (30)

Por Diretoria de Comunicação da Aleam

30.mar.2022 15:17h
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Foto: Danilo Mello

Durante a Sessão Ordinária, desta quarta-feira (30), da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), a deputada professora Therezinha Ruiz (PSDB), presidente da Comissão de Educação da Casa, subiu à Tribuna para falar sobre o enquadramento vertical dos servidores da Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc).

Segundo ela, com a suspensão do Programa Revalida, alguns professores estão sendo prejudicados por não terem seus diplomas de pós-graduação validados. “Queremos informar aos servidores e professores, que estão aguardando as progressões, que elas acontecerão, pois é interesse da Seduc que a solução seja encontrada”, afirmou.

Existem municípios, conforme denunciou o deputado Serafim Corrêa (PSB), que não estão pagando o piso salarial nacional dos professores. “O Fundeb foi criado exatamente para garantir o pagamento desse piso, mas muitos municípios estão argumentando que não têm dinheiro”, disse.

O parlamentar afirmou não haver motivos para não pagarem o piso nacional, e acrescentou que solicitou à Seduc que as progressões sejam todas atendidas, já que houve aumento no repasse do Fundeb ao Governo do Estado.

Unidades de Saúde

Em seu pronunciamento, o deputado Wilker Barreto (Cidadania) repercutiu a decisão do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), que decidiu instaurar Procedimento Preparatório para investigar suposta ausência de Autos de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), nas unidades de saúde do Amazonas.

“Se houver um incêndio em qualquer hospital público, será uma catástrofe, por não haver nenhum plano de combate a incêndios. Hoje, ao pé da letra, o hospital 28 de agosto fecharia”, denunciou.

Mortalidade materno-infantil

A deputada Dra. Mayara Pinheiro Reis (Progressistas) falou sobre os altos índices de mortalidade materno-infantil no Amazonas que, segundo ela, é o dobro da média nacional. “A média nacional é cerca de 90 óbitos a cada 100 mil habitantes. A nossa é o dobro desse total. Então, fiz o indicativo de um programa de vigilância voltado às mulheres grávidas, que teriam um acompanhamento mais próximo. Os dados apontam que 80% das causas de morte materno infantil poderiam ser evitadas com atitudes simples, como o acompanhamento adequado”, alertou.

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