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Wilker Barreto propõe Medalha Ruy Araújo à cientista Tatiana Sampaio por avanço promissor na saúde

Por Alícia Geissler

26.fev.2026 15:21h
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Foto: Daniel Santos

O deputado estadual Wilker Barreto (Mobiliza) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) para parabenizar e propor a concessão da Medalha Ruy Araújo à cientista Tatiana Sampaio, em reconhecimento à sua contribuição à ciência e à saúde no Brasil.

Durante o pronunciamento, o parlamentar destacou a relevância da pesquisa pioneira que aponta o potencial terapêutico da polilaminina, liderada pela cientista, e o impacto social do estudo.

“O que ela fez pelo Brasil e pelo mundo não tem preço”, afirmou. Para Wilker, o trabalho desenvolvido representa esperança concreta para milhares de pessoas que convivem com limitações motoras decorrentes de lesões medulares.

Iniciativa pioneira

Chefe do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Tatiana Sampaio ganhou projeção nacional após a publicação, em agosto de 2025, de pesquisa pioneira que aponta o potencial terapêutico da polilaminina, substância desenvolvida por sua equipe.

Desde a década de 1990, a cientista lidera estudos sobre a laminina, proteína presente naturalmente no organismo humano, com capacidade de atuar na modulação celular e na regeneração de tecidos nervosos. A polilaminina, um polímero elaborado a partir dessa proteína, vem sendo estudada como alternativa para estimular a recuperação de movimentos, de forma total ou parcial, em pacientes com lesões medulares, por meio de aplicação direta na região afetada.

O medicamento ainda se encontra em fase experimental e sua aplicação em seres humanos dependerá da conclusão de estudos que comprovem sua eficácia e segurança.

Wilker ressaltou que a pesquisa representa um marco na ciência brasileira e reacendeu a esperança de milhões de pessoas. “Quando essa notícia se tornou pública, trouxe esperança para mais de 13 milhões de brasileiros que convivem com algum tipo de paralisia. É emocionante!”, concluiu o deputado.

 

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