PERFIL

DO DEPUTADO

Comandante Dan

Coronel RR QOPM, Dan Câmara assume seu primeiro mandato como deputado estadual, na 20ª Legislatura da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, tendo sido eleito pelo Partido Social Cristão (PSC), com 21.770 votos.

Graduado pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), em 1988; com Curso de Formação de Oficiais da PMERJ, tem pós-graduação em Gestão Pública pela Universidade do Estado do Amazonas, em 2009, e no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais, da PMERJ, em 2001.

Foi Comandante Geral da Polícia Militar do Amazonas no período de janeiro de 2008 a março de 2011 e presidente Regional Norte, do Conselho Nacional de Comandantes Gerais de 2010 a março de 2011. Ocupou ainda o cargo de Secretário Extraordinário do Governo do Amazonas para assuntos de Segurança Pública, de outubro de 2017 a março de 2018; secretário executivo adjunto de Planejamento e Gestão Integrada de Segurança, de 2015 a 2018 e secretário executivo adjunto de Segurança Integrada para Grandes Eventos, de 2013 a 2015.

Na Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) foi comandante do Grupamento do Rio de Janeiro, nas operações do Pan-Americano e Para Pan-Americano, Mundial de Judô e Nova Maravilha, de novembro de 2006 a novembro de 2007; comandante do Grupamento da Força Nacional na Operação Reconquista II/ES; comandante do Grupamento da Força Nacional na Operação Fantasma/MS (maio/junho/2006); comandante do Grupamento da Força Nacional na Operação Reconquista I /ES (novembro 2004 a janeiro 2005). Foi ainda colaborador da Diretoria de Operações da Secretaria Nacional de Segurança Pública, na coordenação geral de Operações Integradas, dezembro de 2017 a maio de 2018.

Foi também coordenador do Sistema Integrado de Comando e Controle Amazonas do Estado do Amazonas (206/2018); coordenador do Sistema Integrado de Comando e Controle para os Jogos Olímpicos Rio 2016 em Manaus – Amazonas; coordenador do Grupo Temático de Segurança para Grandes Eventos do Comitê Estadual dos Jogos Olímpicos Rio 2016 Amazonas – GT SEG RIO 2016 AM; coordenador da Comissão Estadual de Segurança e Defesa Civil Jogos Olímpicos Rio 2016 no Amazonas– COESGE AM; coordenador do Centro Integrado de Comando e Controle do Amazonas (2014/2017); componente do Grupo de Trabalho para realinhamento e ampliação do Sistema Integrado de Comando e Controle Nacional – SICCN; presidente da Comissão Estadual de Segurança e Defesa Civil Copa do Mundo FIFA 2014 Amazonas – COESGE AM (2014); colaborador e Assessor junto a Área Funcional de Segurança do Comitê Rio 2016 (2012/2014); coordenador da Câmara Técnica da Estratégia Nacional de Segurança para Faixa de Fronteira no Amazonas – ESFRON/AM (2011/2013);c colaborador junto a Gerência Geral de Segurança do Comitê Organizador Local da FIFA no Brasil – GGS/COL, para elaboração do Plano de Segurança da Copa das Confederações, Copa do Mundo FIFA de Futebol 2014 e Eventos subordinados (2011/2012) e assessor da Secretaria de Estado da Segurança Pública – AM (2011/2013).

No município de Presidente Figueiredo, foi secretário municipal de Ordem Pública e Integração (maio2018 a novembro 2019) e secretário municipal de Governo, de novembro de 2019/2020.

Dan Câmara

Rio Branco (AC)

24/08

deputado.comandantedan@aleam.gov.br

NA

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A nova pavimentacao da BR 319 precisa ser obra de Estado nao de improviso afirma Comandante Dan
20.01.26 10:31h
A nova pavimentação da BR-319 precisa ser obra de Estado, não de improviso, afirma Comandante Dan
O deputado estadual Comandante Dan (Podemos) se manifestou na manhã desta terça-feira sobre um estudo conduzido por instituições científicas, entre elas a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), que afirma que o asfaltamento da BR-319 promove um alto risco à saúde. O estudo alerta que a pavimentação do "trecho do meio" da rodovia pode romper o isolamento biológico da Amazônia profunda. Isso poderia liberar vírus e bactérias desconhecidos, resultando em novas zoonoses e riscos sanitários inéditos, inclusive com potencial para novas pandemias. O parlamentar se declara favorável à ciência, mas considera fundamental considerar outros riscos que já estão em curso: “Respeito a ciência, mas a hipótese não pode virar um simples veto impeditivo. O maior risco hoje é a ambulância que não passa e o socorro que não chega. Consideramos o aspecto humano? O veto é ao asfaltamento, ou a todas as formas de pavimentação? Em sendo um veto total, qual seria a alternativa? Ficaríamos eternamente isolados do resto do país por via terrestre? Há propostas de ferrovia? Não posso aceitar um simples não de uma nota técnica quando ficamos isolados em 2023 e 2024, com risco de desabastecimento e comunidades inteiras sem acesso”, afirmou. O deputado Dan lembrou a recente “Pesquisa Rodovias 2025”, da Confederação de Transportes (CNT), que atesta que as condições de pavimentação das rodovias no Amazonas geram um aumento de custo operacional do transporte da ordem de 57,5%, com consequências negativas no preço dos produtos e na competitividade do Brasil. Na questão ambiental, a Pesquisa estima que em 2025 houve um consumo a mais de 16,7 milhões de litros de diesel, devido à má qualidade do pavimento da malha rodoviária no estado. O desperdício gerou um prejuízo R$ 95,78 milhões aos transportadores e uma emissão de 44,04 mil toneladas de gases de efeito estufa na atmosfera. “Quem vai arcar com esse risco humano e ambiental? A BR-319 asfaltada com monitoramento sanitário e fiscalização, presença das diferentes esferas do poder público é dignidade e competitividade. É sobrevivência. Respeitamos os pesquisadores, mas não se pode condenar o asfaltamento por hipótese, sem cadeia de transmissão comprovada, e sem apontar uma alternativa. O que mata hoje é a ausência de acesso, de socorro e de logística. O caminho responsável é pavimentar com monitoramento sanitário, vigilância e condicionantes ambientais rígidas. A nova pavimentação da BR-319, com massa asfáltica, ou com outro material, precisa ser obra de Estado, não de improviso”, questionou o deputado. O Brasil possui outras experiências de rodovias em áreas de rico patrimônio ambiental. A Rodovia Transpantaneira (MT-060) não é asfaltada, sendo classificada como uma estrada de terra com revestimento primário, muitas vezes descrita como um imenso aterro que corta a planície alagada do Pantanal. A "pavimentação" da Transpantaneira é feita com aterro elevado, revestimento primário e manutenção contínua. A estrada foi construída sobre um aterro (um levantamento do solo) para permitir o tráfego, mesmo durante a época das cheias, quando o nível da água sobe bastante. A superfície é coberta com materiais locais, principalmente cascalho e terra, que formam uma camada de revestimento primário. Devido às inundações sazonais e ao intenso tráfego de veículos de turismo, a rodovia exige manutenção constante com máquinas pesadas, como motoniveladoras e rolos compactadores, para recompor a base de terra e cascalho. “Hoje os cientistas argumentam a liberação de patógenos totalmente desconhecidos. Ontem era a total destruição da floresta no entorno. O que está destruindo é muito mais a falta de acesso e, portanto, de fiscalização ambiental. Até quando viveremos essa novela de péssimo gosto? Quando precisamos, há cinco anos, de oxigênio para nossa gente não morrer sufocada na pandemia de Covid, não tivemos alternativa. Será que a morte e a dificuldade enfrentada pelos nossos cidadãos será sempre um preço a ser pago?” finalizou o deputado. Dan Câmara, nome civil do deputado Comandante Dan, lidera na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) o Movimento “Soluciona BR-319”, que defende a trafegabilidade com segurança da rodovia, como única via de ligação terrestre com o restante do território brasileiro. Ele liderou os protestos em favor da reconstrução imediata das pontes sobre os rios Curuçá e Autaz-Mirim.
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Comandante Dan considera urgente uma nova logistica rodoviaria para o Amazonas
19.01.26 10:41h
Comandante Dan considera urgente uma nova logística rodoviária para o Amazonas
O deputado estadual Comandante Dan (Podemos) voltou a falar sobre a urgência de uma nova logística de transportes do Amazonas, em especial do modal rodoviário. Ele repercutiu os resultados da Pesquisa Confederação Nacional de Transportes (CNT) de Rodovias 2025, que coloca o Amazonas na segunda posição nacional no ranking de pontos críticos nas rodovias, com 14,3 pontos críticos a cada 100 quilômetros percorridos. A Pesquisa CNT de Rodovias avalia toda a malha pavimentada das rodovias federais e os principais trechos estaduais. Em 2025, foram analisados 989 km no Amazonas, que representam 0,9% do total pesquisado no Brasil. Para o parlamentar, a situação relatada pelo estudo é crítica e exige planos emergenciais: “Venho lutando por uma nova ordem logística para o Amazonas desde o início do meu mandato. As secas históricas de 2023 e 2024 isolaram o estado. Ficamos ameaçados de desabastecimento, porque os rios secaram tanto que comunidades inteiras ficaram inacessíveis. O Amazonas, o maior rio em volume d’água do mundo, teve restrições de calado para a navegação. O estado ficou numa situação crítica e a nossa única via de ligação com o restante do país, a BR-319, é intrafegável, boa parte do tempo. O estudo da CNT mostra, além das péssimas condições de traçado, pavimentação e sinalização das rodovias federais e estaduais, o custo financeiro e ambiental dessa desordem rodoviária no Amazonas. Existe um custo humano enorme para a nossa gente e ninguém está mensurando”, afirmou Dan. A Pesquisa apontou que as condições de pavimentação das rodovias no Amazonas geram um aumento de custo operacional do transporte da ordem de 57,5%. O custo se reflete na competitividade do Brasil e no preço dos produtos. Na questão ambiental, o estudo estima que em 2025 houve um consumo excessivo de 16,7 milhões de litros de diesel devido à má qualidade do pavimento da malha rodoviária no estado. O desperdício gerou um prejuízo R$ 95,78 milhões aos transportadores e uma emissão de 44,04 mil toneladas de gases de efeito estufa na atmosfera. As rodovias estaduais e federais do Amazonas tiveram uma classificação do pavimento de 34,6% como Regular, 30,3% Ruim e 24,9% Péssimo, enquanto 2,0%, está com o pavimento totalmente destruído. Ao todo, 24,0% da extensão rodoviária amazonense está sem faixa central e 35,1% não tem faixas laterais. As pistas simples predominam em 96,5%, faltando acostamento em 76,1% dos trechos avaliados. A pesquisa, que identificou 145 pontos críticos no território amazonense, atribuiu ao item Sinalização os percentuais de 32,7% de Regular, 14,9% Ruim e 19,4% Péssimo, ao mesmo tempo em que 84,6 % dos trechos com curvas perigosas não têm sinalização. Quanto à densidade de pontos críticos encontrados a cada 100 quilômetros percorridos, Acre (AC) e Roraima (RR) apresentaram os maiores valores, ambos com 18,3 pontos críticos encontrados a cada trecho. Isso significa que, ao trafegar pelas rodovias desses estados, os usuários encontram, em média, um ponto crítico a cada 5,5 quilômetros. Na segunda posição está o Amazonas (AM) e na terceira o Maranhão (MA), com 14,3 e 10,3 pontos críticos a cada 100 quilômetros, respectivamente. O deputado Comandante Dan tem defendido em sua atuação parlamentar uma nova logística para o Amazonas, que envolve a infraestrutura rodoviária, hidroviária e aérea, com pleitos aos Ministérios de Portos e Aeroportos, dos Transportes e da Integração e do Desenvolvimento Regional. Ele chegou a representar no Ministério Público Federal contra a qualidade e o ritmo das obras da Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, o DNIT. Veja algumas bandeiras defendidas pelo parlamentar: BR-319: Defesa contínua da pavimentação e trafegabilidade com segurança da rodovia, essencial para a logística do Amazonas, acompanhando caravanas e reuniões sobre o andamento das obras. Novas Estradas: Defesa da AM-329 (Eirunepé-Envira-Feijó) e construção de ponte sobre o rio Solimões (Bela Vista/Manacapuru a Barro Alto/Manaquiri). Portos: Monitoramento de mais de 30 portos em situação de emergência, incluindo o Porto do São Raimundo (Manaus). Aeroportos do Interior: O parlamentar destacou a necessidade de melhorias na infraestrutura aeroportuária do interior do estado como parte da nova ordem logística. Entre 2024 e 2025, o Comandante Dan reforçou a necessidade de uma "nova ordem logística" para superar a fragilidade do transporte no estado, especialmente durante a seca, unindo segurança hídrica, logística hídrica e viária. Síntese dos resultados da Pesquisa CNT de Rodovias 2025 no Amazonas Estado Geral: 0,0% da extensão avaliada foram classificadas como Ótimo, 8,1% Bom, 46,3% Regular, 26,7% Ruim e 18,9% Péssimo. Pavimento: 7,1% da extensão avaliada foram classificadas como Ótimo, 3,1% Bom, 34,6% Regular, 30,3% Ruim e 24,9% Péssimo. 2,0%, está com o pavimento totalmente destruído. Sinalização: 1,0% da extensão avaliada foram classificadas como Ótimo, 32,0% Bom, 32,7% Regular, 14,9% Ruim e 19,4% Péssimo. 24,0% da extensão está sem faixa central e 35,1% não tem faixas laterais. Geometria da Via (traçado): 2,0% da extensão avaliada foram classificadas como Ótimo, 12,3% Bom, 14,6% Regular, 45,1% Ruim e 26,0% Péssimo. As pistas simples predominam em 96,5%. Falta acostamento em 76,1% dos trechos avaliados. 84,6 % dos trechos com curvas perigosas não têm sinalização. Pontos críticos: a Pesquisa identifica 145 no estado. Custo operacional: as condições do pavimento no estado geram um aumento de custo operacional do transporte de 57,5%. Isso se reflete na competitividade do Brasil e no preço dos produtos. Investimentos necessários: para recuperar as rodovias no Amazonas, com ações emergenciais (reconstrução e restauração) e manutenção, é necessário R$ 1,03 bilhão. Custo dos acidentes: o prejuízo gerado pelos acidentes foi de R$ 47,62 milhões em 2024. No mesmo ano (2024), o governo gastou R$ 14,32 milhões com obras de infraestrutura rodoviária de transporte. Meio ambiente: em 2025, estima-se que houve um consumo excessivo de 16,7 milhões de litros de diesel devido à má qualidade do pavimento da malha rodoviária no estado. Esse desperdício gerou um prejuízo R$ 95,78 milhões aos transportadores e uma emissão de 44,04 mil toneladas de gases de efeito estufa na atmosfera. Investimentos: do total de recursos autorizados pelo governo federal para infraestrutura rodoviária especificamente no Amazonas em 2025 (R$ 21,82 milhões), foram investidos R$ 6,07 milhões até novembro (27,8%).
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Para deputado Comandante Dan a pirataria dos rios no Amazonas e maior do que se afirma
19.01.26 10:34h
Para deputado Comandante Dan, a pirataria dos rios no Amazonas é maior do que se afirma
O deputado estadual Comandante Dan (Podemos) repercutiu, na manhã desta segunda-feira (19), uma tentativa de assalto a uma balsa de combustíveis, na madrugada de domingo (18), no rio Madeira, próximo à comunidade Caiçara, no município de Borba, a 151 quilômetros da capital. O episódio resultou na morte de um dos supostos assaltantes e no sequestro do comandante da embarcação, levado como refém pelos bandidos, durante a fuga. Para o parlamentar, o fato é corriqueiro em quase todas as calhas dos rios do Amazonas e gera prejuízos enormes ao Amazonas. “Existe uma enorme cifra negra (número de infrações penais desconhecidas oficialmente) quando examinamos a questão da pirataria. Os ataques se dão no meio dos rios, a maioria das vezes em locais sem acesso fácil à internet ou sem a presença de um aparelho policial que possa agir de imediato. Não tenho dúvida de que o que se divulga sobre pirataria nos rios é subestimado, como não tenho a menor dúvida de que ela cresce exponencialmente”, esclareceu. Apesar da prática criminosa concentrar expressivo número de ocorrências na calha do Solimões, considerada a principal rota do narcotráfico para o Amazonas, há relatos de crimes relacionados à pirataria na calha do rio Negro, e em vários outros rios do Amazonas. Os episódios que chegam até a autoridade policial, mostram uma diversidade geográfica e metodológica, com assédio a balsas de transporte de combustíveis, um dos principais alvos, até a grandes portos comerciais em Manaus. Os criminosos usam drones, para monitorar e atacar embarcações, e armamento pesado para a prática criminosa, principalmente contra balsas de combustível e cargas, resultando em roubos milionários, aumento de custos, mortes e sequestros. Segundo profissionais que atuam na área de navegação, há trechos de rios no Amazonas que a embarcação só consegue tripulantes se houver o uso de escoltas armadas privadas, ao mesmo tempo em que as forças de segurança pública enfrentam frota sucateada e efetivo reduzido. Há um aumento na sofisticação dos criminosos, que também se envolvem em tráfico de drogas. “Viajei por toda a calha do Solimões de barco, parando em todos os municípios e em quatro dezenas de comunidades ribeirinhas. Presenciamos tiroteios em frente às cidades, na disputa de grupos rivais de piratas pela carga roubada. Nas comunidades, vi gente fortemente armada circulando livremente e impondo medo à toda a população. A situação está fora de controle. A partir daquela vivência, tomamos uma série de providências, acionando autoridades de todas as esferas de poder, realizando denúncias que não podem vir a público, para não atrapalhar as investigações e legislando sobre o assunto”, afirmou o deputado, que é ex-comandante geral da Policial Militar do Amazonas (2008-2011) e atualmente é policial da reserva remunerada. O deputado Comandante Dan é autor do Projeto de Lei (PL) nº 1027/2025, que institui normas gerais para a atuação integrada de segurança pública em ambiente aquaviário no âmbito do Estado do Amazonas e dá outras providências. A proposta considera que o patrimônio fluvial do estado constitui corredor estratégico de circulação de pessoas, mercadorias e energia, conectando a tríplice fronteira Brasil-Peru-Colômbia (Tabatinga/Letícia/Benjamin Constant) aos grandes centros urbanos (Manaus) e aos portos da Amazônia (ex. Santarém), evidenciando o cruzamento entre jurisdições e a importância geopolítica da região. “Nossa proposta de lei entende a necessidade de uma ação coordenada e integrada entre os poderes públicos federal, estadual e municipais, para a defesa da segurança pessoal dos cidadãos e cidadãs do Amazonas, para a defesa do patrimônio natural e para o combate e a repressão de práticas criminosas em meio fluvial. Focamos todo o estado. Se não agirmos agora, teremos problemas ainda mais graves a curtíssimo prazo”, disse. O PL nº 1027/2025 ainda aguarda exame pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). O deputado também realizou audiências públicas e reuniões da Comissão de Segurança Pública do Legislativo Estadual, presidida por ele, além de ter levado o assunto à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, bem como às comissões de segurança pública do Senado e da Câmara Federal.      
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