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Deputado Adjuto Afonso destaca na tribuna da Aleam os resultados da Feira Internacional de Panificacao da Amazonia Foto Ney Xavier
20.10.25 14:29h
Deputado Adjuto Afonso destaca na tribuna da Aleam os resultados da Feira Internacional de Panificação da Amazônia
O deputado Adjuto Afonso (União Brasil), vice-presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), destacou nesta segunda-feira (20/10), na tribuna do plenário Ruy Araújo, os resultados da primeira edição da Feira Internacional de Panificação da Amazônia (FIPA), realizada de 16 a 18 de outubro, no Centro de Convenções Vasco Vasques, em Manaus. O parlamentar, que participou da abertura representando o Parlamento Estadual, ressaltou a importância do evento para o fortalecimento da economia local e para o estímulo ao empreendedorismo no setor da panificação e confeitaria. “A FIPA demonstrou as oportunidades que esse segmento gera para o nosso estado, não só para os expositores, mas para todos os que vivem da panificação. É um setor que cresce, agrega tecnologia e tradição, e tem papel essencial na economia e na alimentação diária do povo amazonense”, afirmou Adjuto Afonso em seu pronunciamento. A feira reuniu mais de 20 mil visitantes, 73 expositores locais, nacionais e internacionais, e mais de 20 chefs brasileiros e estrangeiros, consolidando o Amazonas como referência na promoção de inovação, capacitação e geração de negócios no segmento. Durante os três dias de evento, a Frente Parlamentar Estadual de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e aos Empreendedores Individuais do Amazonas (Frempeei), presidida por Adjuto Afonso, teve participação ativa, oferecendo orientação jurídica e contábil para formalização de empreendedores, apoio técnico para adequação de processos produtivos, facilitação de acesso a crédito e mediação de parcerias comerciais. Além da atuação da Frente Parlamentar, Adjuto Afonso também lembrou, no plenário, da importância de políticas públicas de incentivo ao setor. Ele foi relator da Lei nº 7.613, de 30 de junho de 2025, que reduziu a base de cálculo do ICMS sobre o trigo utilizado pelas panificadoras na produção de pães, bolachas e derivados, medida que beneficia diretamente micro e pequenas empresas do segmento. A presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Amazonas (Sindipam), Zeina Russo, elogiou o apoio institucional recebido e destacou o impacto positivo da feira. “A realização da FIPA é um momento histórico para o nosso setor. Promovemos inovação, conexão de mercado e visibilidade à panificação amazonense como motor de emprego e renda. Agradeço ao deputado que foi um dos articuladores para a realização do evento”, declarou. Entre as atrações que marcaram o evento, esteve o X-Caboquinho de 20 metros, preparado ao vivo por uma equipe de chefs e padeiros, simbolizando a união entre tradição e criatividade na culinária regional. Com mais de 13 mil empregos diretos gerados pelo setor de panificação e confeitaria apenas em Manaus, segundo dados do Sindipam, a FIPA se consolida como um marco para o desenvolvimento do setor.
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Wilker Barreto destaca decisao do TCU e cobra mais transparencia nos contratos da Saude do Amazonas scaled
20.10.25 14:17h
Wilker Barreto destaca decisão do TCU e cobra mais transparência nos contratos da Saúde do Amazonas
O deputado estadual Wilker Barreto (Mobiliza) usou a tribuna do Legislativo, nesta segunda-feira ( 20/10), para cobrar que o Governo do Estado cumpra as determinações do Tribunal de Contas da União (TCU) após decisão que acatou uma representação apresentada pelo parlamentar. O TCU constatou falhas e inconsistências no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) de cinco unidades geridas por Organizações Sociais de Saúde (OSS) e determinou que a Secretaria de Estado da Saúde (SES-AM) e o Ministério da Saúde adotem medidas corretivas para sanar as irregularidades. Recomendações De acordo com o Acórdão nº 2137/2025-TCU-Plenário, relatado pelo ministro Bruno Dantas, o órgão federal identificou lacunas e inconsistências no campo de “gerência/terceirização” do CNES em unidades como o Hospital Delphina Aziz, HPS Platão Araújo, UPA Campos Sales, HPS 28 de Agosto e Instituto da Mulher Dona Lindu. O TCU determinou que a SES-AM apresente, em até 10 dias úteis, um plano de ação e comprovações de atualização dos cadastros, além de oficiar o Ministério da Saúde para adotar medidas sistêmicas de correção. “O TCU, através de uma representação minha, encaminha à Secretaria de Estado da Saúde uma série de recomendações para aumentar a transparência no que diz respeito a contratos de Organização Social administrando unidades de saúde do Amazonas. São contratos que passam da casa de bilhões e zero transparência, nem lei estadual nem lei federal estão sendo cumpridas. E a Saúde sequer alimenta os portais federais, isso é um absurdo. Literalmente, são contratos às escuras, sem nenhum relatório enviado ao parlamento estadual”, afirmou Wilker Barreto. Responsabilidade na gestão da Saúde Wilker Barreto ressaltou que a decisão do TCU não apenas reconhece a gravidade do problema, mas também reforça o dever dos gestores locais de manter atualizadas as informações sobre quem administra as unidades de saúde do Estado. O parlamentar observou ainda que, ao mesmo tempo em que faltam informações claras sobre a destinação dos recursos na Saúde, outros setores fundamentais continuam enfrentando dificuldades orçamentárias. "E aí fecho o raciocínio do meu pequeno expediente, que quando o dinheiro está indo para o ralo, falta para atendimento de pleitos dos outros segmentos. Porque nosso Estado vai bater de novo R$ 35 milhões de receita e aí olha como tá a educação, no último lugar. Olha a saúde. O apelo hoje da categoria aqui presente é justo, precisa ser atendido, como também precisa ter o chamamento de mais policiais, escrivães e delegados. As forças de segurança precisam de incremento, de valorização. Isso não está acontecendo e eu respondo para vocês, R$ 1 bilhão para cá, R$ 50 milhões para lá, compra de livros paradidáticos com recursos do Estado e não federal”, criticou. Cobranças Durante o pronunciamento, Wilker Barreto reforçou que a falta de planejamento e o uso inadequado dos recursos comprometem a capacidade do Estado de atender demandas urgentes. Ele afirmou que a Aleam deve acompanhar de perto o cumprimento das recomendações feitas pelo TCU e cobrar explicações da SES-AM sobre a correção das falhas no sistema. “O dinheiro está indo para outras áreas, o momento da discussão é agora. Eu acredito que se o Governo cortar algumas gorduras, pleitos podem ser atendidos. O problema é que o gracejo está muito grande, o dinheiro está indo pelo ralo e tomadas de decisões erradas com pitadas de corrupção. Aí não tem orçamento que aguente”, alertou.  
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Wilker Barreto formaliza parecer e recomenda reprovacao das contas do Governo do Amazonas referentes a 2017 scaled
20.10.25 14:06h
Wilker Barreto formaliza parecer e recomenda reprovação das contas do Governo do Amazonas referentes a 2017
O deputado estadual Wilker Barreto (Mobiliza), designado como relator das contas do Governo do Amazonas referentes ao exercício de 2017, formalizou nesta segunda-feira (20/10), a entrega do seu parecer à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Assembleia Legislativa do Estado (Aleam). O parlamentar utilizou o expediente de Comunicado de Liderança para informar ao Plenário sobre a conclusão do trabalho técnico e o encaminhamento oficial do documento à comissão responsável pela análise. De acordo com o parecer assinado pelo deputado, foram constatadas irregularidades graves nas três gestões que compuseram o exercício de 2017, José Melo, David Almeida e Amazonino Mendes. Entre os principais pontos, estão o descumprimento do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), uso indevido de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) em substituição a processos licitatórios, má gestão dos recursos do Fundeb, pagamentos fora da ordem cronológica, e a não aplicação do mínimo constitucional de 25% em educação. O parlamentar ressaltou que o parecer é fruto de uma análise técnica extensa, conduzida dentro dos prazos legais e com garantia de ampla defesa aos gestores. “Quero dizer e agradecer a toda minha equipe, porque foi um trabalho que não foi fácil, porque nós tivemos que analisar três governadores em um período. Nós cumprimos todos os prazos legais de notificação, amplo direito de defesa, todas foram apensadas ao relator e eu formalizo aqui a minha entrega para apreciação dos membros da CAE”, afirmou. Parecer recomenda envio ao MP e TRE-AM O documento elaborado por Wilker Barreto recomenda a reprovação integral das contas e sugere a remessa de cópias à Procuradoria-Geral de Justiça do Estado, ao Ministério Público de Contas e ao Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), para apuração de eventuais responsabilidades cíveis, criminais e eleitorais. O parecer também propõe que o Governo adote medidas corretivas imediatas quanto aos controles internos e à aplicação mínima de recursos em áreas essenciais. “Com isso, um assunto outrora cobrado pela imprensa, e eu estou formalmente informando que encaminho hoje o meu parecer pela reprovação das contas dos gestores daquele exercício e as razões técnicas, não é mérito, estão aqui contidas neste meu parecer.” Próximos passos Com a formalização do relatório, caberá agora à Comissão de Assuntos Econômicos avaliar o conteúdo e emitir seu parecer conclusivo antes de submeter as contas à apreciação final do Plenário da Aleam, conforme estabelece o regimento interno. Confira o parecer completo: https://drive.google.com/drive/folders/12T80buGF-6VU0SeANuQRaB0K8Vy7xqKE?usp=sharing
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Comandante Dan pleiteia o pagamento do auxilio fardamento de policiais militares
20.10.25 14:01h
Comandante Dan pleiteia o pagamento do auxílio-fardamento de policiais militares
O pagamento do benefício do auxílio-fardamento aos policiais militares foi assunto do pronunciamento do deputado Comandante Dan durante a Sessão Plenária da Assembleia Legislativa do Amazonas (Alem), desta segunda-feira (20/10). O parlamentar considera que o uniforme faz parte da boa apresentação e da presença dos policiais no terreno. “O pagamento do auxílio-fardamento deixou de ser repassado em 2022. Os policiais estão indo a campo maltrapilhos, mal apresentados, porque também as atualizações salariais e as reposições inflacionárias também não estiveram em dias nos últimos anos. Apesar dos avanços alcançados em relação à data-base, os índices conquistados não foram retroativos a quando o benefício deixou de ser pago. Isso é uma bola de neve, que prejudica o policial e, por conseguinte, a segurança pública em geral. O policial é um cidadão comum e tem as necessidades e fragilidades de todos os cidadãos”. Segundo o deputado, vários requerimentos indicativos já foram tramitados ao governo estadual, para o pagamento do auxílio-fardamento, mas sem qualquer retorno. Problemas sistêmicos O Comandante Dan também deu visibilidade a várias ocorrências relacionadas à segurança pública, acontecidas no último final de semana. “Tomamos conhecimento que a Corregedoria da Polícia Civil investiga prática sexual de policial com 5 presos em cela de delegacia, tomando inclusive a arma do policial. Ainda não sabemos de detalhes, mas ocorreu em uma delegacia que já havíamos inclusive feito menção, a de Santa Izabel do Rio Negro, onde estivemos pessoalmente. A mesma delegacia que Ministério Público Estadual recomendou a transferência de presos e que exibimos  no plenário da Assembleia Legislativa um vídeo que circula naquele município, mostrando presos torturando um preso numa cela daquela unidade. Esses são os barris de pólvora que tenho insistentemente alertado e que já estão explodidos há algum tempo”. Comandante Dan é o autor do Projeto de Lei Ordinária n° 329/2025, que dispõe sobre a obrigatoriedade do encaminhamento de presos custodiados para as unidades prisionais do Estado do Amazonas. O deputado tem alertado para a superlotação de presos nas delegacias do interior, com celas precárias, que representam risco à segurança. A Lei Orgânica Nacional das Polícias Civis, Lei nº 14.735/2023, proíbe a custódia de presos em unidades da polícia civil em seu artigo 40, que veda a permanência de "preso e de adolescente infrator" em dependências policiais, mesmo que de forma provisória. A única exceção, com ressalvas de constitucionalidade, permite a custódia extraordinária apenas se houver interesse fundamentado na investigação policial.
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20.10.25 11:45h
Deputado Thiago Abrahim destina mais de R$ 2 milhões em emendas para reforma e ampliação de escolas em Maués
O deputado estadual Thiago Abrahim (União Brasil) esteve em Maués entre os dias 16 e 18 de outubro, onde participou de agendas voltadas à área da Educação e se reuniu com professores e lideranças locais. Durante o encontro, o parlamentar reforçou o compromisso com o desenvolvimento do município e destacou os investimentos realizados por meio de emendas impositivas. Ao longo do mandato, Thiago Abrahim já destinou R$ 2,65 milhões em emendas parlamentares para Maués, contemplando áreas como educação, infraestrutura e assistência social. Desse total, R$ 2 milhões foram destinados à Educação de Maués. O recurso será aplicado na reforma e ampliação de dez escolas municipais, garantindo espaços mais modernos, acessíveis e adequados para os estudantes. “A educação é a base do futuro. Essa emenda vai permitir a reforma e ampliação de dez escolas municipais de Maués, garantindo que nossas crianças e jovens tenham um espaço digno e adequado para aprender e sonhar com dias melhores. São muitos os problemas que existem nas comunidades, e meu mandato está à disposição para contribuir com um futuro melhor para Maués. A Educação tem o poder de transformar”, destacou. Além da melhoria na estrutura das escolas, o parlamentar destacou que seguirá trabalhando para assegurar que os recursos sejam aplicados de forma eficiente, gerando impacto direto na qualidade do ensino. “Meu compromisso é com as famílias de Maués. Seguiremos destinando recursos e buscando soluções para que o município continue crescendo, com mais oportunidades para nossas crianças e jovens”, concluiu Thiago Abrahim.
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Ministro que foi favoravel a nao incidencia de PIS Cofins sobre servicos e comercializacao de mercadorias da ZFM recebe Titulo de Cidadao do Amazonas Foto Ney Xavier
17.10.25 16:28h
Ministro que foi favorável a não incidência de PIS/Cofins sobre serviços e comercialização de mercadorias da ZFM recebe Título de Cidadão do Amazonas
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Luiz Alberto Gurgel de Faria, protagonizou um marco histórico para a segurança jurídica, a competitividade empresarial e o desenvolvimento regional da Amazônia. Em julho deste ano, ele foi o relator do Tema 1239, que julgou a incidência de contribuições ao Programa de Integração Social (PIS) e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre as receitas de prestação de serviços e de venda de mercadorias nacionais ou nacionalizadas a pessoas físicas e jurídicas no âmbito da Zona Franca de Manaus (ZFM). Uma luta de anos que beneficiou o estado a partir do parecer favorável do ministro. Em reconhecimento a uma ação que vai contribuir, e muito, com setores como indústria e comércio - principais vetores da economia amazonense -, a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) concedeu o Título de Cidadão do Amazonas ao ministro. A autoria foi do deputado Adjuto Afonso (União Brasil), e subscrita pelo deputado Roberto Cidade (União Brasil), presidente da Casa Legislativa. A entrega da honraria foi realizada nesta sexta-feira, 17/10, ocasião em que o ministro cumpre agenda em Manaus. O deputado Adjuto Afonso, em seu pronunciamento, explicou que a decisão do ministro pode parecer que se trata apenas de uma questão tributária, mas para os amazonenses, a ação representa dignidade econômica, segurança jurídica, competitividade empresarial e, sobretudo, respeito ao modelo constitucional que sustenta a Zona Franca de Manaus. "Durante décadas, nossa economia conviveu com incertezas, com a insegurança de quem investe sem saber como será tratado pelo próprio estado. Empresas locais travaram batalhas judiciais longas e onerosas, enquanto víamos se esvair oportunidades de geração de emprego e renda. Foi neste cenário que surgiu a atuação firme, técnica e corajosa do ministro Gurgel de Faria. Que esta honraria não seja apenas um reconhecimento formal, mas um laço permanente entre Vossa Excelência e o nosso estado. A Amazônia precisa de aliados, de juristas comprometidos com o desenvolvimento sustentável, com a justiça fiscal e com a valorização daquilo que é genuinamente brasileiro", disse Adjuto Afonso. O presidente da Casa Legislativa, deputado Roberto Cidade, reforçou o discurso de seu colega parlamentar e reiterou a importância da decisão do ministro para o Amazonas. "Eu não poderia deixar de estar aqui nesta homenagem para agradecer ao ministro pelo apoio ao nosso estado e que agora, como cidadão amazonense, certamente teremos ainda mais apoio, seja ele jurídico,  para que o nosso modelo econômico permaneça de pé. O Amazonas mesmo sendo um estado rico, ainda é esquecido, e ver uma pessoa da sua envergadura olhar para o povo amazonense dando a devida importância para o Brasil, mostra que o senhor é digno desse reconhecimento”, destacou Roberto Cidade. Em seu discurso, o homenageado demonstrou o seu respeito pelo estado do Amazonas e pelo modelo econômico Zona Franca de Manaus, reafirmando o motivo de sua decisão enquanto relator do Tema 1239, no âmbito do STJ, que beneficiou o estado. “Foi em Pernambuco que construí a minha carreira como desembargador e onde realizei meu doutorado sobre redução das desigualdades regionais por meio do sistema tributário. Defendi, e ainda defendo, que a tributação deve reconhecer as diferenças entre norte, nordeste, sul sudeste e centro-oeste. Não para separá-las, mas para equilibrá-las. Para mim esse tema nunca foi apenas acadêmico, é uma batalha que travo constantemente para que esquecidos sejam vistos e respeitados”, destacou o ministro Gurgel de Faria. Entenda o caso  A 1ª Seção do STJ firmou, no julgamento do Tema 1239, entendimento de que não incidem PIS e Cofins sobre operações realizadas com contribuintes situados na ZFM, abrangendo tanto a venda de mercadorias quanto a prestação de serviços. A decisão, unânime e sob o rito dos recursos repetitivos, baseou-se no propósito constitucional da ZFM de estimular a economia local através de incentivos fiscais. A decisão se aplica inclusive quando o fornecedor ou o prestador estiver fora da ZFM, e alcança pessoas físicas e jurídicas situadas na área incentivada. O julgamento foi realizado sob a sistemática dos recursos repetitivos, o que obriga a aplicação do entendimento por todos os tribunais e pelo Carf. Como o STF, no Tema 136, considerou a matéria infraconstitucional, o posicionamento do STJ torna-se definitivo. Relator do caso, o ministro Gurgel de Faria ressaltou que os incentivos à ZFM devem ser interpretados de forma extensiva, buscando a concretização dos objetivos constitucionais relacionados à redução das desigualdades regionais e sociais, além da proteção ambiental e cultural da região. Para ele, restringir o benefício apenas às vendas ou exigir que o prestador esteja fisicamente na Zona Franca desestimula a economia local e amplia a carga tributária sobre quem deveria ser beneficiado. A Corte reconheceu, com base no Decreto-Lei nº 288/1967, que as operações realizadas dentro da ZFM devem ser equiparadas às exportações, uma vez que contribuem para o equilíbrio do desenvolvimento nacional. A sessão foi prestigiada por todo um corpo jurídico de destaque do estado do Amazonas: desembargadores, juízes, etc., o ministro Mauro Campbell, assim como por representantes de entidades diretamente envolvidas com a economia amazonense, como Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM), Associação Comercial do Amazonas (ACA) e Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL-Manaus).  
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