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Mayra Dias defende uso do sistema ‘Paredao para auxiliar na busca por pessoas desaparecidas no Amazonas Foto Nathalie Brasil scaled
11.11.25 14:43h
Mayra Dias defende uso do sistema ‘Paredão’ para auxiliar na busca por pessoas desaparecidas no Amazonas
Para auxiliar na busca e localização de pessoas desaparecidas no Amazonas, a deputada estadual Mayra Dias (Avante) defendeu, nesta terça-feira (11/11), a ampliação do uso do sistema de videomonitoramento “Paredão”. O pedido foi formalizado por meio do Requerimento nº 4047/2025, encaminhado ao Governo do Estado. Na tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), Mayra ressaltou que o Amazonas registrou 640 desaparecimentos entre janeiro e agosto de 2025, ficando em terceiro lugar na região Norte, atrás apenas do Pará e de Rondônia. Segundo a parlamentar, são três desaparecimentos por dia, o que torna urgente o uso de ferramentas tecnológicas para garantir respostas mais rápidas e eficazes. O requerimento propõe que o sistema seja integrado aos bancos de dados da Polícia Civil, do Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas e de hospitais, além da criação de protocolos que assegurem a ética e a segurança das informações. “O ‘Paredão’ já ajuda a identificar criminosos e a prevenir delitos. Essa tecnologia também precisa servir à vida, ajudando a encontrar pessoas desaparecidas e aliviar o sofrimento de tantas famílias amazonenses”, afirmou Mayra Dias. A parlamentar defendeu, ainda, que o Governo adote medidas concretas e urgentes, com celeridade nas buscas e proteção à dignidade das famílias, ressaltando que o tema é humanitário e deve ser tratado como prioridade de Estado. “Nosso compromisso é com a vida e com a esperança de quem espera por um ente querido. O Estado tem o dever de usar todos os recursos disponíveis para dar respostas e garantir justiça”, concluiu Mayra Dias.
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Presidente Roberto Cidade propoe politica ambiental voltada as escolas estaduais do Amazonas Foto Rodrigo Brelaz
11.11.25 14:36h
Presidente Roberto Cidade propõe política ambiental voltada às escolas estaduais do Amazonas
Com o objetivo de contribuir para a redução do descarte inadequado de plásticos descartáveis no meio ambiente, especialmente em regiões sensíveis como a Amazônia, o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Roberto Cidade (UB), apresentou o Projeto de Lei (PL) nº 674/2025, que estabelece diretrizes para a formulação da Política Estadual de Redução do Uso de Plástico na Rede Pública de Educação do Estado. O PL, atualmente em análise na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), define orientações para promover a educação ambiental, a sustentabilidade e a diminuição dos impactos causados pelo descarte incorreto de plásticos descartáveis. A proposta prevê a criação e o fortalecimento de políticas públicas voltadas à redução progressiva do uso de materiais plásticos de uso único nas instituições de ensino estaduais. “O ambiente escolar é um espaço privilegiado para o desenvolvimento de uma consciência ambiental sólida e transformadora. Para que isso aconteça, é necessário fomentar, incentivar e criar meios para contornar um problema que atinge a todos nós. Com esse PL, acredito que estamos contribuindo para uma nova mentalidade sobre o consumo consciente e a redução do volume de resíduos gerados, além de fortalecermos a educação ambiental”, afirmou o deputado-presidente. As principais diretrizes do PL são: Incentivar o uso de materiais reutilizáveis nas escolas, substituindo copos, garrafas, talheres e outros utensílios plásticos descartáveis; Propor a distribuição gratuita de garrafas reutilizáveis aos estudantes da rede pública estadual, preferencialmente fabricadas com materiais duráveis, livres de BPA (Bisfenol A) e de fácil higienização; Estimular a instalação de bebedouros com filtros ou outros sistemas de purificação de água potável nas unidades escolares, de forma segura e acessível; Realizar campanhas permanentes de conscientização sobre o impacto ambiental do uso excessivo de plásticos e a importância do consumo consciente, envolvendo alunos, professores, servidores e a comunidade escolar; Estabelecer parcerias com órgãos ambientais, universidades, organizações da sociedade civil e empresas para apoio técnico, logístico e educativo na implementação das ações; Integrar a temática da sustentabilidade e do consumo consciente aos projetos pedagógicos das escolas, conforme as diretrizes curriculares nacionais e estaduais.  
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Durante Sessao Ordinaria deputados rebatem criticas do Valor Economico a Zona Franca de Manaus e pedem derrubada do ‘PDL da Pedofilia Foto Danilo Mello Aleam scaled
11.11.25 14:07h
Durante Sessão Ordinária, deputados rebatem críticas do Valor Econômico à Zona Franca de Manaus e pedem derrubada do ‘PDL da Pedofilia’
Durante a Sessão Ordinária da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), realizada nesta terça-feira (11/11), no plenário Ruy Araújo, deputados estaduais defenderam a Zona Franca de Manaus (ZFM) e criticaram o chamado “PDL da Pedofilia”. O vice-presidente da Aleam, deputado Adjuto Afonso (União Brasil), rebateu matéria publicada pelo jornal Valor Econômico, que acusa o Polo Industrial de Manaus de ser “um modelo de negócios poluente e que lucra com o aumento geral de temperatura”. “Venho contestar uma matéria que saiu na segunda-feira, no portal Valor Econômico, assinada pelo repórter Bruno Carrazza, que há tempos fala mal da Zona Franca de Manaus. Ontem, por ocasião da COP 30, ele criticou a fabricação de ar-condicionado e contestou de todas as formas o nosso modelo, falando das renúncias fiscais. Aqui apresento o nosso repúdio por essa matéria”, afirmou o parlamentar. Adjuto Afonso destacou que o repórter desconhece a realidade da ZFM, suas renúncias fiscais e seu faturamento. O deputado lembrou que, no ano passado, o recolhimento de PIS/Cofins superou em R$ 20 bilhões o faturamento mensal. “É importante para o nosso Estado e para o país, pois nem tudo que é produzido aqui tem seus impostos retidos na Zona Franca de Manaus. Os tributos federais arrecadados aqui são divididos com todos os municípios brasileiros. Temos mais de 500 mil empregos diretos e indiretos gerados pelo modelo ZFM. Nosso repúdio a esse repórter mal informado”, criticou. O parlamentar sugeriu que a Aleam publique uma nota de esclarecimento, destacando que o Valor Econômico é um veículo de grande alcance e que, durante a COP 30, está sendo acompanhado por todo o mundo. PDL da Pedofilia A deputada Alessandra Campelo (Podemos) também usou a tribuna para se manifestar contra o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) aprovado na Câmara dos Deputados, que susta decisão do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) sobre o acesso de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual ao aborto legal. O texto ainda precisa ser votado pelo Senado. “Enviei um ofício, assinado pela Procuradoria da Mulher da Aleam, aos senadores Eduardo Braga, Omar Aziz, Plínio Valério e também ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, solicitando posicionamento sobre a derrubada do PDL da Pedofilia”, afirmou. Segundo a parlamentar, o PDL dificulta o atendimento médico e o acesso ao aborto legal garantido pela Constituição Federal a crianças e adolescentes vítimas de estupro. “Uma criança de dez ou doze anos não é mãe, é vítima. E estuprador não é pai. Pergunto a esses deputados que votaram a favor: se tivessem uma filha de dez anos, estuprada e grávida, deixariam que esse filho destruísse a vida dela? Esse PDL protege estupradores e pedófilos”, questionou. A deputada ressaltou que, no Brasil, a cada hora sete crianças são estupradas, e que 81% das vítimas conhecem o agressor, muitas vezes o próprio pai ou alguém próximo. Pessoas desaparecidas A presidente da Comissão de Assistência Social e Trabalho da Aleam, deputada Mayra Dias (Avante), chamou atenção para o aumento de casos de pessoas desaparecidas no Amazonas. Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública revelam que, entre janeiro e agosto de 2025, o Amazonas registrou 640 desaparecimentos, o que coloca o Estado em terceiro lugar na região Norte, atrás apenas do Pará e de Rondônia. No Amazonas, três pessoas desaparecem por dia e 80 por mês”, afirmou. Mayra Dias informou que apresentou o Requerimento nº 4.047/2025 ao Governo do Estado e à Secretaria de Segurança Pública (SSP), solicitando a implementação e ampliação da funcionalidade de busca de desaparecidos no sistema de monitoramento e reconhecimento facial conhecido como “Paredão”. “Temos essa tecnologia que serve não só para identificar criminosos e prevenir delitos, mas também pode e deve ajudar a localizar pessoas desaparecidas. Entramos com esse requerimento para minimizar o sofrimento das famílias que passam por essa situação”, destacou.  
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Comeca a tramitar na Aleam projeto substitutivo da Lei Orcamentaria Anual de 2026 Foto Danilo Mello Aleam scaled
11.11.25 14:00h
Começa a tramitar na Aleam projeto substitutivo da Lei Orçamentária Anual de 2026
Começou a tramitar nesta terça-feira (11/11), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o Projeto de Lei nº 924/2025, que trata da Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026. A proposta, oriunda da Mensagem Governamental nº 125/2025, foi integralmente substituída pela Mensagem nº 134/2025, encaminhada pelo Governo do Estado no último dia 7 de novembro. O novo texto atualiza os valores previstos nos incisos I e II do artigo 3º da proposição original, elevando os montantes destinados ao Orçamento Fiscal e ao Orçamento da Seguridade Social. Com a alteração, o Orçamento Fiscal passa de R$ 22,58 bilhões para R$ 27,77 bilhões, enquanto o da Seguridade Social sobe de R$ 8,43 bilhões para R$ 9,86 bilhões. Apesar da substituição integral, o governador destacou, na mensagem encaminhada à Casa, que os anexos que integram o Projeto de Lei nº 924/2025 permanecem com a redação original. O parecer preliminar favorável ao substitutivo foi emitido pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), sob relatoria do deputado Carlinhos Bessa (PV). O projeto segue agora em tramitação ordinária, com prazo de cinco dias de Sessão Plenária para apreciação inicial. Projeto de Lei em tramitação Além da PLOA, a pauta de tramitação ordinária incluiu o Projeto de Lei nº 967/2025, de autoria da deputada Mayra Dias (Avante), que estabelece diretrizes para o fomento e a facilitação de programas de alfabetização digital e inclusão tecnológica de caráter voluntário no Estado do Amazonas. A proposta busca integrar o poder público, a sociedade civil, instituições de ensino e o setor privado na criação de uma rede colaborativa de aprendizado e cidadania digital. “O acesso às tecnologias da informação e da comunicação deixou de ser um privilégio e passou a ser um instrumento essencial para o exercício da cidadania, a inserção no mercado de trabalho e o acesso a direitos sociais e serviços públicos. No entanto, grande parte da população amazonense, especialmente nas regiões periféricas e do interior, ainda enfrenta severas limitações de acesso. Nesse contexto, a alfabetização digital torna-se um requisito fundamental de inclusão social”, justificou a parlamentar.
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Wilker Barreto critica ausencia de dialogo do Governo sobre propostas do Amazonas para a COP30 scaled
11.11.25 13:21h
Wilker Barreto critica ausência de diálogo do Governo sobre propostas do Amazonas para a COP30
Durante pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), nesta terça-feira, (11/11), o deputado estadual Wilker Barreto (Mobiliza) criticou a falta de informações do Governo do Estado sobre as ações e propostas que serão levadas à COP30, conferência mundial do clima que será sediada no Brasil em 2025. O parlamentar lamentou que, até o momento, nenhum comunicado oficial tenha sido feito ao Parlamento ou à sociedade a respeito da participação do Amazonas no evento, que será uma vitrine global para discutir o futuro da floresta e o papel do Estado na agenda ambiental. Discurso ambiental e desenvolvimento sustentável Segundo Wilker, o Amazonas precisa redefinir o foco de suas políticas públicas e alinhar o discurso ambiental a uma agenda de desenvolvimento sustentável que gere prosperidade, emprego e renda para o povo. Para ele, a ausência de uma estratégia clara prejudica o Estado, que tem potencial para liderar a pauta mundial da bioeconomia, mas ainda enfrenta problemas estruturais como a falta de regularização fundiária e o empobrecimento das populações do interior. “Esta Casa precisa mudar o seu foco. O foco tem que ser uma pauta desenvolvimentista com caráter sem perder o foco ambiental. Se eu fosse fazer uma proposta à COP30, eu diria que o Amazonas parou para o governo, porque já está comprovado que o que aumenta o desflorestamento é a pressão mundial por alimentos. Boa parte dos agricultores e pecuaristas não tem o registro de suas terras, quer combater e melhorar o desflorestamento, faz política fundiária”, declarou. Tecnologia e produção rural O parlamentar ressaltou que a mecanização e a tecnologia são ferramentas fundamentais para conciliar produção e preservação. Wilker destacou que o Estado precisa investir em políticas públicas que possibilitem o acesso dos produtores rurais a crédito e tecnologia, permitindo que produzam de forma sustentável em áreas já degradadas. Ele defendeu ainda que a Assembleia Legislativa assuma um papel mais ativo na definição de políticas de incentivo e no debate sobre o orçamento estadual voltado à sustentabilidade. “Quanto mais mecanizada for a produção, menos a floresta é agredida, porque a mecanização e a tecnologia aumentam a produção na área degradada. Eu acredito que esta Casa precisa ir nesta direção. Não adianta financiamento para proteção, o que nós temos que aprender é explorar a floresta com tecnologia. O que precisamos do mundo é tecnologia, será que o mundo quer compartilhar conosco a tecnologia deles?”, questionou. Falta de diálogo Wilker também criticou a falta de diálogo do Governo com o Legislativo e com a sociedade civil sobre as diretrizes que o Amazonas levará à COP30. Para ele, o Parlamento deveria ter sido consultado e informado antes de qualquer comitiva representar o Estado no evento internacional. “Antes da comitiva do Amazonas ir para a COP, deveria ter vindo a esta Casa fazer uma apresentação para a sociedade, porque a sociedade é representada aqui dentro do Parlamento. Ninguém sabe, esta Casa não sabe, quanto menos a sociedade, qual é a proposta do Governo para a COP. Se o Parlamento não é informado, como a sociedade é informada? Nós temos que acabar com esse faz de conta. A floresta está morrendo por inoperância, e o que é pior, vá para o interior, nosso povo está cada vez mais empobrecido, a riqueza não está chegando no interior”, concluiu.
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Adjuto Afonso repudia noticia de veiculo nacional que critica Zona Franca de Manaus Foto Ney Xavier
11.11.25 13:03h
Adjuto Afonso repudia notícia de veículo nacional que critica Zona Franca de Manaus
O deputado Adjuto Afonso (União Brasil) demonstrou indignação na terça-feira, 11/11, com uma notícia veiculada no portal Valor Econômico, assinada por Bruno Carraza, que faz duras críticas ao modelo econômico Zona Franca de Manaus (ZFM). Em pronunciamento na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o parlamentar repudiou a notícia e citou exemplos dos benefícios da ZFM para o Amazonas e o Brasil. "Ele contesta de todas as formas o nosso modelo econômico, fala de renúncias fiscais, produção de ar condicionado, essas pessoas não entendem que se renuncia aquilo que se produz. Ele não entende, não conhece a Zona Franca de Manaus, o nosso faturamento, que é importante para o estado e o país. Ah, se tudo que produzisse aqui, se os impostos que fossem cobrados aqui das indústrias ficassem na Zona Franca de Manaus? Mas nada fica, é dividido em todo o país o que se produz aqui, os impostos auferidos vão para o governo federal e que é dividido", disse o deputado. "A Zona Franca é hoje a segunda maior produtora mundial de ar condicionado, só fica atrás da China, com grandes empresas multinacionais instaladas, como Eletrolux, LG, dentre outras", explicou. O parlamentar pontuou alguns benefícios da ZFM direcionados ao estado do Amazonas e ao país, como a devolução de anual de R$ 32 bilhões em tributos recolhidos aos cofres públicos; a geração de mais de 500 mil empregos diretos e indiretos; R$ 2,7 bilhões em investimento em P&D e Inovação através da Lei de Informática; R$ 1,2 bilhão em contrapartidas sociais e ambientais, além de uma cadeia de valor que movimenta R$ 10 bilhões em logística nacional. No que diz respeito à preservação ambiental, uma das críticas da notícia veiculada, o parlamentar ressalta que as empresas instaladas em Manaus cumprem normas rigorosas de compensação ambiental, gestão de resíduos e eficiência energética, além de financiar centros de pesquisas, reflorestamento e inovação em biotecnologia, economia circular e energia limpa. "Não se trata de renúncia, mas de uma opção educadora e moderna de manter a floresta em pé com base no trabalho industrial, prestando serviços ambientais gratuitos ao país. Essa Casa tem que repudiar, fazer uma nota de esclarecimento a esse repórter que numa época dessa onde nós temos pessoas do mundo inteiro participando da COP30 ele faz questão de fazer uma matéria criticando um modelo econômico que ele mesmo desconhece. Ele não conhece a nossa realidade, portanto, não tem o direito de estar nos criticando", frisou o deputado.  
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