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13.10.21 11:23h
Roberto Cidade garante total apoio da Assembleia aos membros da CPI da Amazonas Energia
O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), deputado Roberto Cidade (PV), participou, na manhã desta quarta-feira (13), da reunião preparatória para o início dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Amazonas Energia. Na ocasião, reafirmou apoio total da Casa Legislativa aos membros do colegiado, presidido pelo deputado Sinésio Campos (PT). “A CPI já inicia os trabalhos hoje. Essa CPI é extremamente importante para gente saber o que está acontecendo realmente com a conta de energia e com a falta de energia, sobretudo no interior. Eu, como presidente, darei todo o suporte necessário para que a CPI cumpra seu papel”, afirmou. O início dos trabalhos da CPI ficou suspenso por mais de um mês por conta de uma liminar da Justiça concedida à empresa. No último sábado (9), no entanto, o desembargador Paulo César Caminha de Lima revogou o Mandado de Segurança que paralisou e início da Comissão. Além do presidente Sinésio, a CPI tem como membros os deputados Carlinhos Bessa (PV), como relator, Dermilson Chagas (sem partido), Fausto Jr (MDB) e Cabo Maciel (PL). Suspensão A Comissão Parlamentar de Inquérito foi aberta em setembro e, a seguir, suspensa a pedido da concessionária, com o argumento de que o requerimento que deu origem à CPI seria genérico, não tendo sido delimitado de onde, quando e tempo de duração dos eventos que seriam investigados. Foi então ajuizado pela Aleam um recurso de depreciação da decisão monocrática proferida anteriormente. A demora na análise do recurso da Assembleia se deu porque o relator intimou a Amazonas Energia a recolher as custas do processo e corrigir a petição inicial, que apresentava algumas inconsistências, num prazo de 15 dias úteis. Esse prazo terminou no dia 8 de outubro.
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13.10.21 10:22h
PL que regulamenta o turismo da pesca esportiva não vai prejudicar pescadores”, afirma Tony Medeiros
No Amazonas existem 15 espécies de tucunaré e de acordo com o deputado Tony Medeiros (PSD) somente 3 espécies são as que mais atraem turistas que praticam a pesca esportiva, e são essas que constam no Projeto de Lei de sua autoria que regulamenta o Turismo da Pesca Esportiva no Amazonas. O setor movimentou em 2020, durante a pandemia, R$ 400 milhões na economia do Amazonas. As 3 espécies de que trata o projeto são:  Cichla Vazzoleri (Tucunaré não definido), Cichla Temensis (Tucunaré Açu) e Cichla Pinima (Tucunaré Pinima). O Projeto  que tramita na Assembleia proíbe a pesca comercial dessas três espécies. Mas, a pesca para consumo próprio está liberada. “Nós não queremos prejudicar ninguém, ainda mais o trabalhador  que sobrevive da pesca”, disse Tony que também propôs uma Audiência Pública para debater o Projeto, dia 15 de outubro, às 14h, na Assembleia Legislativa. O presidente da Associação dos Pescadores Artesanais, Produtores Rurais e da Agricultura Familiar de  Manaus  (ASPAF-MAO), Pedro Hamilton Brasil, disse que é a favor do PL do deputado Tony Medeiros porque hoje oferece a oportunidade do Amazonas discutir seriamente a pesca como um todo. De acordo com ele, a atividade da pesca precisa ser fortalecida de alguma forma, porque há tempos os pescadores enfrentam dificuldades para sobreviver, sem perspectivas de evolução, e vivem uma dependência do seguro defeso. “A pesca é uma atividade importante para o Brasil e principalmente para a nossa região, mas, nunca teve o cuidado e a atenção que merece. Somos totalmente a favor da regulamentação da pesca esportiva, precisamos fazer alguns ajustes que já foram conversados com o deputado. O PL trará sim grandes benefícios a todos do setor, pois só abrangerá 3 espécies de tucunaré das 15 existentes. Nosso Amazonas precisa de alternativas, pois o que existe até agora é a dependência do seguro defeso. Precisamos que a pesca artesanal seja fortalecida de verdade e emanada com a pesca esportiva. Vejo na regulamentação uma saída para que aumente o ganho dos pescadores e ribeirinhos”,  afirmou. Para reforçar ainda mais a importância da pesca esportiva, Tony lembra que números de instituições ligadas ao setor indicam que a pesca esportiva está em ritmo crescente no Brasil, chegando a movimentar cerca de R$ 3 bilhões por ano. No Amazonas, segundo a Empresa Estadual de Turismo (Amazonastur), o Turismo da Pesca Esportiva movimentou, só em 2020, durante a pandemia, R$ 400 milhões na cadeia econômica do Estado, incluindo barcos, hotéis, transporte e alimentação. Enquanto isso, a pesca comercial movimenta R$ 6 milhões. Em termos de mão de obra o setor emprega mais de três mil trabalhadores movimentando mais de oitenta embarcações. “Algumas pessoas entenderam que o Projeto vai prejudicar o pescador artesanal. Isso não é verdade. O que queremos é estabelecer regras para que o turismo de pesca esportiva seja mais uma alternativa de desenvolvimento sustentável para o homem do interior. Serão mais recursos injetados na economia do Estado, consequentemente aumentando a arrecadação. Temos que trabalhar para que o pescador não seja dependente dos programas sociais dos governos. Temos que oferecer mais dignidade”, concluiu Tony.
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01 Dep. Dermilson Chagas Governo nao paga escalonamento da PC AM e abandona delegacias no interior do Estado denuncia Dermilson Chagas
13.10.21 9:13h
Governo não paga escalonamento da PC-AM e abandona delegacias no interior do Estado, denuncia Dermilson
O deputado Dermilson Chagas (Podemos) denunciou à imprensa que o Governo do Amazonas ainda não pagou o escalonamento dos servidores da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), que deveria ter sido pago no mês de setembro, e abandonou as delegacias dos municípios do interior do Estado. Muitas delas estão sem a estrutura mínima exigida para funcionar como delegacias, pois, além de faltar material de expediente, serviço de internet e celas para detenção de criminosos, os prédios estão com infiltrações, comprometimento de suas fundações e forros e, ainda, uma total falta de higiene nos banheiros. Este é o caso da delegacia de Tefé (distante a 523 km de Manaus), que o parlamentar visitou no último sábado (9) e constatou a falta de investimentos por parte do Governo do Amazonas. “Estivemos na delegacia e encontramos uma delegacia que chove mais dentro do que fora, não tem serviço de manutenção, porque os banheiros estão quebrados e fedem demais. A estrutura de internet é precária, poucos policiais, duas viaturas apenas, sendo que uma delas está quebrada, sem contar os problemas estruturais do prédio, o que causa um risco tanto para os funcionários quanto para a população que procura a delegacia para registrar ocorrências”, comentou Dermilson Chagas. Desde julho deste ano, o deputado Dermilson Chagas vem denunciando, por meio de suas redes sociais, o estado de abandono que as delegacias do interior do estado se encontram por falta de investimento do Governo do Amazonas na segurança pública. Recentemente, o parlamentar visitou os municípios de Anori, Santo Antônio do Içá, Fonte Boa e Jutaí e constatou a grave situação em que se encontram esses municípios. Dermilson Chagas explicou que, em Jutaí, por exemplo, a Delegacia Interativa de Polícia (DIP) não possui a estrutura adequada para a realização do trabalho dos policiais, pois não há internet e nem equipamentos, dentre eles computadores, para o registro de ocorrências e demais atendimento à população. Por isso, os policiais e servidores administrativos da delegacia de Jutaí são obrigados a recorrer ao prédio do Fórum da cidade para realizar essas tarefas, inclusive para realizar audiências de custódia on-line com presos. “Conversamos com a população e a reclamação é uma só: segurança pública. Fui visitar a delegacia de Jutaí e constatei que a situação é realmente precária, pois não há nem internet”, disse Dermilson Chagas, frisando que a realidade de Jutaí se reflete nos demais municípios que ele tem visitado recentemente. Dermilson Chagas conta que o abandono da segurança pública por parte do Governo do Estado em Jutaí fez com que a cidade fosse tomada pela criminalidade por conta do tráfico de drogas e também pelo fato de existir área de garimpo no entorno do município. “É um verdadeiro descaso e um absurdo total, porque encontrei até fezes de pombo na delegacia, que está completamente abandonada”, ressaltou o parlamentar.     Servidores desmotivados   O deputado Dermilson Chagas destacou que os servidores da PC-AM não são estimulados a desenvolver um bom trabalho na segurança pública, embora a maioria tenha o desejo de executar um bom serviço. Porém, ele ressaltou que a falta de um ambiente adequado para trabalhar, sobretudo um local que sem higiene, desmotiva qualquer pessoa. “O que nós pudemos perceber é que o Governo do Amazonas não paga o escalonamento, não dá condições de trabalho para o servidor da Polícia Civil e fica uma situação de aparência, na qual se aparenta ter segurança pública, enquanto na realidade a realidade é completamente outra. Os policiais são seres humanos como qualquer um de nós, e eles precisam também ser valorizados e, sobretudo, respeitados”, analisou Dermilson Chagas. O parlamentar cobrou do Governo do Amazonas o pagamento do escalonamento da categoria no dia 22 de setembro deste ano, quando discursou na tribuna do plenário Ruy Araújo, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Na ocasião, o parlamentar também criticou o governador Wilson Lima, que desde o dia 20 de setembro deste ano se tornou réu em processo em andamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ), sendo acusado dos crimes de dispensa de licitação sem observância das formalidades legais, fraude em licitação por aumento abusivo de preços e sobrepreço peculato e organização criminosa. “Esse governador, que agora é réu, não pagou o escalonamento da Polícia Civil, que está em lei e se está em lei, ele pode pagar, porque esse pagamento já estava previsto antes da pandemia da Covid-19. E, para justificar o não pagamento desse valor que é devido aos servidores da Polícia Civil, esse governador-réu alega que a Lei Complementar nº 173/2020 do Governo Federal, que proíbe a concessão de reajustes aos funcionários públicos e militares até 31 de dezembro de 2021, o impede de pagar, mas isso é uma grande mentira, porque isso já estava previsto em lei. E quero lembrar que aqui, na Assembleia, nós já votamos aumento de reajuste salarial para o Ministério Público, para o Tribunal de Contas e para o Tribunal de Justiça. Então, por que ele não pode pagar o parcelamento que é assegurado pela lei?”, questionou Dermilson Chagas. Segundo o Governo do Amazonas, o escalonamento deverá ocorrer somente a partir de janeiro de 2022, devido ao limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Porém, Dermilson Chagas destaca que Wilson Lima vem realizando contratações em várias secretarias por meio de processos seletivos. Dermilson Chagas também destacou que o governador-réu foi cobrado pelo sindicato dos servidores da Polícia Civil, mas que eles não obtiveram nenhuma resposta. “Se ele não quer dar reajuste, para quê que ele constitui grupos de trabalhos em secretarias através da Aadesam (Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental), porque ali também é folha de pagamento. Então não tem lógica ele aumentar lá e não dar um direito que foi adquirido em lei para os policiais civis, escrivães e agentes”.   Delegacia abandonada em Santo Antônio do Matupi   No distrito de Santo Antônio do Matupi, no município de Manicoré (a 332 km de Manaus, em linha reta), o Governo Wilson Lima ainda não concluiu a construção de um prédio que seria a futura delegacia do local. A construção fica localizada na rua das Peras, por trás da Subprefeitura de Matupi, porém a edificação não foi completada e está com a sua estrutura comprometida, inclusive o forro está caindo. A obra foi abandonada e se encontra com os portões fechados com cadeados enferrujados. Segundo a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), a obra prevê a construção de celas, sala de recepção, sala para arquivo, gabinete do delegado, sala de identificação, área para cartório e sala de investigação. Segundo o órgão, a obra estava sob a responsabilidade da empresa Diretriz Pavimentação e Terraplanagem Ltda, que recebeu R$ 686.119,67 para a execução do trabalho. O deputado Dermilson Chagas informou que o Distrito de Matupi conta apenas com um posto da Polícia Militar para realizar o trabalho de segurança. Segundo denúncias enviadas às redes sociais do parlamentar, os homicídios e tentativas de assassinatos são comuns naquela área, onde, no dia 26 de agosto deste ano, aconteceram três mortes, todas por armas de fogo de grosso calibre, e uma criança de 12 anos foi gravemente ferida no pescoço, por uma bala que a atingiu de raspão. “A criança recebeu os primeiros socorros na UBS de Matupi e, em seguida, foi encaminhada de ambulância para um hospital de Humaitá, que fica a 180 km de Matupi. Aqui, dificilmente acontecem crimes passionais. As causas das mortes são, em geral, por envolvimentos com tráfico de drogas e pistolagem. Muitos deles são pessoas que se envolveram em crimes em estados vizinhos e que vieram se refugiar aqui. Mas, devido à internet, eles são fáceis de serem localizados e, consequentemente, são abatidos em plena rua, muitas das vezes por parentes daqueles que eles tiraram a vida”, comentou um dos denunciantes.
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05 Dep. Roberto Cidade relembra projetos em defesa dos direitos da crianças
12.10.21 14:38h
Presidente da Aleam, deputado Roberto Cidade relembra projetos em defesa dos direitos da crianças
O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), deputado Roberto Cidade (PV), é autor de três projetos de lei e uma lei promulgada em defesa dos direitos das crianças. O parlamentar relembra, nesta terça-feira, 12 de outubro, data que se comemora o Dia das Crianças, sua atuação em benefício das crianças amazonenses. “As crianças são, literalmente, o futuro do nosso País. O político que pensa em melhorias futuras, tem que olhar com carinho para as crianças. Meu mandato sempre terá esse cuidado, até porque sou pai de três crianças e, assim como quero o melhor para eles, quero, também, para as demais”, afirmou. O projeto de lei 478/2019, que tramita no parlamento estadual, Instituiu o dia 30 de agosto como o Dia de Prevenção de Acidentes com Crianças e Adolescentes. O PL 184/2021, trata de questão relacionadas à violência contra crianças, já que, obriga condomínios residenciais e comerciais a informar aos órgãos de segurança ocorrência ou indício de violência contra os pequenos. Já o projeto Lei 321/2021, institui a política estadual de busca de crianças e jovens em idade própria para a educação básica obrigatória. “A ideia é que nenhuma criança fique fora da escola e também combater a evasão escolar”, destacou.   Virou lei   Roberto Cidade tem uma lei promulgada que trata de crianças. A Lei nº 5.431, de 26 de março de 2021, torna obrigatório que hospitais públicos e privados notifiquem ocorrências de uso de bebida alcoólica ou entorpecentes por crianças e adolescentes.
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