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31.08.21 15:09h
Saullo Vianna envia 103 requerimentos solicitando saneamento, segurança e asfalto à Parintins
Após ouvir lideranças e moradores de Parintins, o deputado estadual Saullo Vianna (PTB) enviou, somente neste mês de agosto, 103 requerimentos aos órgãos públicos, solicitando asfaltamento, tratamento de esgoto, limpeza pública, iluminação e segurança para o município. Segurança pública foi uma das questões mais levantadas pelos moradores de Parintins. Os bairros com maiores incidências são Castanheira, Dejard Vieira, Emílio Moreira, Francesa, Itaúna 1 e 2, Nossa Senhora de Nazaré, Palmares, Paulo Corrêa, Santa Clara, São Benedito, São Francisco, São Vicente e União. “Recebemos muitos relatos de roubos e tráfico de drogas na cidade. E muito disso é em consequência da falta de policiamento nos bairros. Encaminhamos os requerimentos à Secretaria de Segurança Pública e pedimos que as demandas sejam atendidas com urgência”, afirmou. Outro problema que tem afetado os moradores e causado medo é a falta de iluminação pública, principalmente nos bairros Castanheira, Centro, Dejard Vieira, Emílio Moreira, Itaúna 1 e 2, Nossa Senhora de Nazaré, Palmares, Paulo Corrêa, Santa Clara, São Benedito, São Francisco, São Vicente e União. Infraestrutura Ruas esburacadas e falta de asfaltamento também são demandas recorrentes em Parintins, principalmente nos bairros Castanheira, Centro, Dejard Vieira, Emílio Moreira, Francesa, Itaúna 1 e 2, Nossa Senhora de Nazaré, Palmares, Paulo Corrêa, Santa Luzia, São Vicente e União. Já os bairros Centro, Emílio Moreira, Palmares, Paulo Corrêa, Santa Clara, São Benedito, São Francisco e São Vicente relataram problemas com ruas alagadas, além de pedirem a construção do muro de arrimo na orla da cidade, que há anos vem sendo uma problemática. “Esses problemas de infraestrutura nós encaminhamos à Prefeitura de Parintins, pedindo que dê atenção aos bairros relatados, bem como adjacentes. Esperamos que tão logo as solicitações sejam atendidas, trazendo benefícios à população”, pontuou. Saneamento básico Nos bairros Centro, Itaúna 1, Santa Clara, São Francisco, Palmares e Paulo Corrêa a principal reclamação é sobre a falta de tratamento de esgoto, onde o despejo de resíduos residenciais é a céu aberto. Outras questões que também geram impacto ambiental são as lixeiras viciadas, falta de coleta de lixo e limpeza pública, principalmente nos bairros Dejard Vieira, Itaúna 1 e 2, Nossa Senhora de Nazaré, Palmares, Santa Clara, São Benedito, São Francisco e União.
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31.08.21 15:05h
Dermilson Chagas denuncia que Governo do Amazonas pagou por pesquisa feita em 2018
O deputado Dermilson Chagas denunciou, nesta terça-feira (31), mais uma irregularidade cometida pelo Governo do Amazonas, que utilizou recursos públicos para pagar agência de publicidade, gráfica, fotógrafo e a jornalista Carla Pollake, considerada eminência parda na gestão Wilson Lima, para produzir material gráfico de luxo baseado em pesquisa de comportamento feita sob encomenda pela coordenação da campanha de Wilson Lima no período eleitoral de 2018 e que foi realizada pela jornalista. O objetivo dessa pesquisa era orientar as ações da então futura gestão do Governo do Amazonas. Dermilson Chagas disse que foi informado que, poucos dias após a cerimônia de posse do governador Wilson Lima, em 1º de janeiro de 2019, o Gabinete do Governador, juntamente com a Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), realizou uma palestra para os assessores de comunicação das 67 secretarias, fundações e outros órgãos diretos e indiretos subordinados ao Governo do Estado. A palestra foi apresentada por Carla Pollake, que se apresentou à época como a responsável pela Consultoria de Imagem do Governo do Amazonas, principalmente como a gestora de imagem do governador Wilson Lima, de quem é amiga pessoal. Durante a palestra, Carla Pollake distribuiu um livro, de 26 páginas, em cores, no formato 210x280, com encadernação de luxo e papel com gramatura de alta densidade (250g) em folha couchê fosco, produzido e custeado pelo Governo do Amazonas. No livro, a jornalista diz que se trata de uma pesquisa sobre o perfil do povo amazonense. Uso de dinheiro público A publicação informa também que o material foi escrito por Carla Pollake e que a revisão e diagramação ficou a cargo da agência de publicidade Mene & Portella. Segundo a informação que consta no livro, a tiragem foi de 120 unidades. O deputado Dermilson Chagas explicou que realizou uma pesquisa minuciosa no Portal da Transparência e afirmou que não existe nenhuma referência aos gastos relacionados à produção desse material. “Estou encaminhando essa denúncia ao Tribunal de Contas do Estado e ao Ministério Público do Amazonas para que o Governo do Amazonas informe os valores pagos pela produção desse material e, sobretudo, de que forma esse trabalho foi pago e quanto cada pessoa ou empresa envolvida na produção desse material recebeu por sua participação”, frisou Dermilson Chagas. O parlamentar lamentou o uso de dinheiro público para custear uma produção que ele considerou “fútil”. “Esse recurso poderia ter sido usado para fazer o bem para a população, por exemplo, deveria ter sido investido na segurança pública, que necessita de investimento. Ao invés de ter custeado essa pesquisa fútil, poderia ter comprado armas, equipamentos ou munições para as polícias”, enfatizou Dermilson Chagas. Preconceito e amadorismo Na realidade, o que é apresentado como pesquisa sobre a cultura e o comportamento do amazonense é um amontoado de juízos de valor pré-concebidos, o que demonstra uma fragilidade de metodologia, a qual não possui nenhum indicador estatístico confiável. Somente para ilustrar o nível amador da pesquisa, que demonstra em vários momentos situações de preconceito na análise do povo amazonense, os dados apresentados por Carla Pollake afirmam que o amazonense é a favor da censura, é festeiro, gosta de se fazer de vítima, que é promíscuo e o principal sentimento do amazonense é ter vergonha. Nenhum dos dados apresentados na pesquisa possui indicação de fonte. “Até a seleção das fotos que compõem o livro demonstra a visão preconceituosa que a autora dessa pretensa pesquisa. Por exemplo, quando se refere ao interior, mostra palafitas em mau estado de conservação; com relação ao comércio, mostra mais a fiação dos postes do que as lojas; quando se refere às pessoas, mostra idosos pobres em situações inapropriadas; e quando se refere à fauna amazônica, mostra somente uma onça, esquecendo a rica biodiversidade que nós temos e que é invejada no mundo inteiro, enfim, é uma pesquisa rasa de internet”, definiu o deputado, destacando que essas informações iriam nortear o Governo de Wilson Lima. “Por isso, que essa gestão é esse desastre e se vale do improviso e da falta de organização em todos os setores”. Mais materiais gráficos sem informação? O deputado Dermilson Chagas também denunciou hoje, na tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas que existem outros projetos gráficos que foram produzidos, envolvendo diversos profissionais e empresas que também não constam do Portal da Transparência. Um deles é o Manual de Identidade Visual, impresso em encadernação de luxo e com as mesmas características de formato e de papel que a pesquisa feita por Carla Pollake. “Isso é dinheiro público, e ninguém acha isso no Portal da Transparência. Quem foi que fez, quanto que custou e quanto cada um recebeu? Alguma empresa pagou isso por debaixo dos panos”, afirmou Dermilson Chagas.
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31.08.21 15:05h
Dermilson Chagas denuncia que Governo do Amazonas pagou por pesquisa feita em 2018
O deputado Dermilson Chagas denunciou, nesta terça-feira (31), mais uma irregularidade cometida pelo Governo do Amazonas, que utilizou recursos públicos para pagar agência de publicidade, gráfica, fotógrafo e a jornalista Carla Pollake, considerada eminência parda na gestão Wilson Lima, para produzir material gráfico de luxo baseado em pesquisa de comportamento feita sob encomenda pela coordenação da campanha de Wilson Lima no período eleitoral de 2018 e que foi realizada pela jornalista. O objetivo dessa pesquisa era orientar as ações da então futura gestão do Governo do Amazonas. Dermilson Chagas disse que foi informado que, poucos dias após a cerimônia de posse do governador Wilson Lima, em 1º de janeiro de 2019, o Gabinete do Governador, juntamente com a Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), realizou uma palestra para os assessores de comunicação das 67 secretarias, fundações e outros órgãos diretos e indiretos subordinados ao Governo do Estado. A palestra foi apresentada por Carla Pollake, que se apresentou à época como a responsável pela Consultoria de Imagem do Governo do Amazonas, principalmente como a gestora de imagem do governador Wilson Lima, de quem é amiga pessoal. Durante a palestra, Carla Pollake distribuiu um livro, de 26 páginas, em cores, no formato 210x280, com encadernação de luxo e papel com gramatura de alta densidade (250g) em folha couchê fosco, produzido e custeado pelo Governo do Amazonas. No livro, a jornalista diz que se trata de uma pesquisa sobre o perfil do povo amazonense. Uso de dinheiro público A publicação informa também que o material foi escrito por Carla Pollake e que a revisão e diagramação ficou a cargo da agência de publicidade Mene & Portella. Segundo a informação que consta no livro, a tiragem foi de 120 unidades. O deputado Dermilson Chagas explicou que realizou uma pesquisa minuciosa no Portal da Transparência e afirmou que não existe nenhuma referência aos gastos relacionados à produção desse material. “Estou encaminhando essa denúncia ao Tribunal de Contas do Estado e ao Ministério Público do Amazonas para que o Governo do Amazonas informe os valores pagos pela produção desse material e, sobretudo, de que forma esse trabalho foi pago e quanto cada pessoa ou empresa envolvida na produção desse material recebeu por sua participação”, frisou Dermilson Chagas. O parlamentar lamentou o uso de dinheiro público para custear uma produção que ele considerou “fútil”. “Esse recurso poderia ter sido usado para fazer o bem para a população, por exemplo, deveria ter sido investido na segurança pública, que necessita de investimento. Ao invés de ter custeado essa pesquisa fútil, poderia ter comprado armas, equipamentos ou munições para as polícias”, enfatizou Dermilson Chagas. Preconceito e amadorismo Na realidade, o que é apresentado como pesquisa sobre a cultura e o comportamento do amazonense é um amontoado de juízos de valor pré-concebidos, o que demonstra uma fragilidade de metodologia, a qual não possui nenhum indicador estatístico confiável. Somente para ilustrar o nível amador da pesquisa, que demonstra em vários momentos situações de preconceito na análise do povo amazonense, os dados apresentados por Carla Pollake afirmam que o amazonense é a favor da censura, é festeiro, gosta de se fazer de vítima, que é promíscuo e o principal sentimento do amazonense é ter vergonha. Nenhum dos dados apresentados na pesquisa possui indicação de fonte. “Até a seleção das fotos que compõem o livro demonstra a visão preconceituosa que a autora dessa pretensa pesquisa. Por exemplo, quando se refere ao interior, mostra palafitas em mau estado de conservação; com relação ao comércio, mostra mais a fiação dos postes do que as lojas; quando se refere às pessoas, mostra idosos pobres em situações inapropriadas; e quando se refere à fauna amazônica, mostra somente uma onça, esquecendo a rica biodiversidade que nós temos e que é invejada no mundo inteiro, enfim, é uma pesquisa rasa de internet”, definiu o deputado, destacando que essas informações iriam nortear o Governo de Wilson Lima. “Por isso, que essa gestão é esse desastre e se vale do improviso e da falta de organização em todos os setores”. Mais materiais gráficos sem informação? O deputado Dermilson Chagas também denunciou hoje, na tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas que existem outros projetos gráficos que foram produzidos, envolvendo diversos profissionais e empresas que também não constam do Portal da Transparência. Um deles é o Manual de Identidade Visual, impresso em encadernação de luxo e com as mesmas características de formato e de papel que a pesquisa feita por Carla Pollake. “Isso é dinheiro público, e ninguém acha isso no Portal da Transparência. Quem foi que fez, quanto que custou e quanto cada um recebeu? Alguma empresa pagou isso por debaixo dos panos”, afirmou Dermilson Chagas.
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31.08.21 14:58h
Deputado Angelus Figueira sobe o tom em defesa dos recursos hídricos do Amazonas
O deputado Angelus Figueira (DC) subiu o tom na manhã desta terça-feira (31), no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), sobre a importância de cuidar do maior patrimônio do Amazonas: sua água. “Nós não recebemos nossos rios poluídos como estão e não podemos deixar dessa forma para as futuras gerações”, disse o deputado, que tem 71 anos. Na ocasião, agradeceu aos demais parlamentares  a aprovação por unanimidade do encaminhamento de sua autoria ao governo do Estado, que visa criar o Instituto de Gestão de Recursos Hídricos do Amazonas. “Mais de 40% da população mundial vive com dificuldade de acesso a água potável e precisamos ter uma noção sobre isso. Dificilmente vamos encontrar uma pessoa que tenha morrido de sede, mas encontraremos pessoas que morreram com problemas graves por conta da poluição dessa água”, disse o deputado. “Nós precisamos neste Estado do Instituto de Governança dos Recursos Hídricos. Quando um deputado alerta sobre a poluição por meio de garimpos, essa Casa precisa, de fato, discutir dessas lições. Países enfrentam imigração, retenção de recursos hídricos, centenas de conflitos, riscos de guerra, e nós, com tanta abundância, assistimos a que acontece no Rio Madeira, Rio Negro, em Manaus. No Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas) tem apenas dois agentes”, completou Figueira. Gravidade Durante o discurso de Figueira, o deputado ainda foi parabenizado por outros parlamentares como o deputado Fausto Júnior (PRTB), João Luiz (Reproblicanos) e Belarmino Lins (PP), que comentaram sobre a importância do instituto para cuidar e ajudar na preservação da água do planeta e do Estado do Amazonas, que está situado na maior bacia hidrográfica do mundo, a bacia Amazônica e da importância de mais agentes no Ipaam para que o Estado avance e proteja a floresta de forma exemplar. “Esse é um tema de uma gravidade ampla. As mazelas são tantas para os que moram abaixo das grandes cidades. Isso precisa ser abordado e aqui, um deputado que não está preocupado com eleição no ano que vem, mas quero deixar um grito forte por ter aprovado por unanimidade o Instituto de Gestão Recursos Hídricos do Amazonas. Tenho certeza que este é o caminho. É a população do Amazonas que precisa de um instituto forte para cuidar estrategicamente do seu patrimônio maior. Se faltar água, teremos menor produção e aqui temos em abundância. Precisamos cuidar. Não podemos esconder debaixo do tapete esta tão relevante questão. Quero agradecer ao presidente da Casa por ter aprovado este instituto. As gerações futuras não merecem. Não podemos permitir que isso continue. Precisamos mudar essa realidade”, finalizou o deputado.
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31.08.21 14:58h
Deputado Angelus Figueira sobe o tom em defesa dos recursos hídricos do Amazonas
O deputado Angelus Figueira (DC) subiu o tom na manhã desta terça-feira (31), no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), sobre a importância de cuidar do maior patrimônio do Amazonas: sua água. “Nós não recebemos nossos rios poluídos como estão e não podemos deixar dessa forma para as futuras gerações”, disse o deputado, que tem 71 anos. Na ocasião, agradeceu aos demais parlamentares  a aprovação por unanimidade do encaminhamento de sua autoria ao governo do Estado, que visa criar o Instituto de Gestão de Recursos Hídricos do Amazonas. “Mais de 40% da população mundial vive com dificuldade de acesso a água potável e precisamos ter uma noção sobre isso. Dificilmente vamos encontrar uma pessoa que tenha morrido de sede, mas encontraremos pessoas que morreram com problemas graves por conta da poluição dessa água”, disse o deputado. “Nós precisamos neste Estado do Instituto de Governança dos Recursos Hídricos. Quando um deputado alerta sobre a poluição por meio de garimpos, essa Casa precisa, de fato, discutir dessas lições. Países enfrentam imigração, retenção de recursos hídricos, centenas de conflitos, riscos de guerra, e nós, com tanta abundância, assistimos a que acontece no Rio Madeira, Rio Negro, em Manaus. No Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas) tem apenas dois agentes”, completou Figueira. Gravidade Durante o discurso de Figueira, o deputado ainda foi parabenizado por outros parlamentares como o deputado Fausto Júnior (PRTB), João Luiz (Reproblicanos) e Belarmino Lins (PP), que comentaram sobre a importância do instituto para cuidar e ajudar na preservação da água do planeta e do Estado do Amazonas, que está situado na maior bacia hidrográfica do mundo, a bacia Amazônica e da importância de mais agentes no Ipaam para que o Estado avance e proteja a floresta de forma exemplar. “Esse é um tema de uma gravidade ampla. As mazelas são tantas para os que moram abaixo das grandes cidades. Isso precisa ser abordado e aqui, um deputado que não está preocupado com eleição no ano que vem, mas quero deixar um grito forte por ter aprovado por unanimidade o Instituto de Gestão Recursos Hídricos do Amazonas. Tenho certeza que este é o caminho. É a população do Amazonas que precisa de um instituto forte para cuidar estrategicamente do seu patrimônio maior. Se faltar água, teremos menor produção e aqui temos em abundância. Precisamos cuidar. Não podemos esconder debaixo do tapete esta tão relevante questão. Quero agradecer ao presidente da Casa por ter aprovado este instituto. As gerações futuras não merecem. Não podemos permitir que isso continue. Precisamos mudar essa realidade”, finalizou o deputado.
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31.08.21 14:54h
Deputados assinam criação da CPI da Amazonas Energia, na Assembleia Legislativa
As constantes interrupções no serviço de energia, o valor da tarifa e a dubiedade da qualidade dos serviços e manutenção da rede elétrica, prestada pela empresa Amazonas Distribuidora de Energia S.A. no estado levaram os deputados a autorizarem a criação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), apresentada pelo deputado Sinésio Campos (PT), para apurar o destino dos recursos públicos recebidos e planejamento de serviços por parte da concessionária. A decisão, pela instalação da CPI, aconteceu durante os debates da Sessão Ordinária, desta terça-feira (31), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Em seu discurso, o presidente Roberto Cidade (PV) relatava as reclamações recebidas de moradores de municípios amazonenses, por ele visitados no último fim de semana, sobre a precariedade dos serviços de energia elétrica e convocou os parlamentares para que, juntos, averiguassem e questionassem as ações da concessionária sobre os serviços prestados. Em aparte para apoiar as declarações de Cidade, Sinésio Campos relatou que as reclamações sobre os serviços da empresa já foram objeto de Audiências Públicas realizadas pela Casa; e que, no momento, o Parlamento precisa de “ações cirúrgicas e incisivas”, e apresentou proposta para criação da CPI da Amazonas Energia. O presidente Roberto Cidade logo se comprometeu a assinar o documento de criação. Os deputados Fausto Jr. (PV), Serafim Corrêa (PSB), Dermilson Chagas (Podemos), Wilker Barrto (Podemos), João Luiz (Republicanos) e Therezinha Ruiz (PSDB), se manifestaram favoráveis ao projeto, e se juntaram aos dois parlamentares. O deputado Serafim Corrêa, relembrou que a privatização da Amazonas Energia tinha como objetivo assegurar, além da melhoria dos serviços, mas também o tratamento e respeito com a população. “Mas aconteceu tudo ao contrário”, declarou, ao se disponibilizar a unir esforços com os demais parlamentares e representar o cidadão amazonense para questionar a prestadora de serviços. O presidente Cidade afirmou que a instalação da Comissão Parlamentar acontecerá nesta quarta-feira, dia 1º., permitindo assim que demais deputados que desejem subscrever a proposta, tenham tempo hábil para tal. "Temos as oito assinaturas. Precisamos dar respostas à população, que sofre com a ineficiência da prestação de serviços desta empresa", enfatizou.
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