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Cessao de Tempo ‘Lute como uma garota da Aleam conscientiza criancas sobre a violencia contra a mulher Foto Matheus Rodrigues Aleam scaled
04.03.26 16:01h
Cessão de Tempo ‘Lute como uma garota’ da Aleam conscientiza crianças sobre a violência contra a mulher
Na semana das celebrações do Dia Internacional da Mulher (8 de março), a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), por meio da Procuradoria Especial da Mulher, presidida pela deputada Alessandra Campelo (Podemos), realizou, nesta quarta-feira (4/3), no Plenário Ruy Araújo, a Cessão de Tempo “Lute como uma garota”. A ação rompe com a formalidade tradicional da data e aposta na conscientização de crianças e adolescentes sobre a importância de debater o feminicídio e promover a igualdade de direitos entre homens e mulheres. A deputada Alessandra Campelo usou a tribuna para se manifestar e afirmou que, nesta quarta-feira, a Casa estava diferente e bonita, pois não estavam olhando apenas para crianças, mas para o futuro e para a esperança de que as coisas possam ser diferentes. “Temos aqui meninos que estão usando uma camisa com a frase ‘Eu respeito as meninas’. Isso mostra que são meninos que vão crescer tratando as meninas com igualdade e respeito. São meninos que vão crescer entendendo que não são melhores nem maiores. Temos também meninas que estão usando uma camiseta com a frase ‘Lute como uma garota’. Isso mostra que essas meninas não vão aceitar nada menos do que igualdade e respeito. Não vão aceitar serem diminuídas”, destacou. A parlamentar afirmou que a violência contra a mulher não começa na agressão física, mas na educação equivocada. “Quando, às vezes, de forma errada, tentamos mostrar aos meninos que eles são mais fortes e maiores. E não são nem menores nem maiores, nós somos iguais. Meninos e meninas são iguais em seus direitos, embora fisicamente sejam diferentes. A violência começa quando ensinamos uma menina que ela deve aguentar calada, aceitar abusos, qualquer tipo de violência. A violência contra a mulher começa quando nós, adultos, não damos exemplos. Hoje, esta Cessão de Tempo é simbólica porque queremos dar esse recado à sociedade”, enfatizou. Em aparte, o deputado Rozenha (PMB) também se manifestou em apoio à deputada. Ele disse que ouvia sua fala admirando a mulher que aquela menina se tornou. “Vossa Excelência engrandece este Parlamento de uma forma diferente, com essa luta incansável, obstinada e corajosa que vem travando não só contra a violência contra a mulher, mas, acima de tudo, pela conscientização e punição de agressores. Hoje, no Amazonas, por mais estranho que possa parecer, um agressor de mulher não teme a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes contra a Mulher. O agressor teme a deputada Alessandra Campelo, porque sabe que ficará na mira de alguém que não tem piedade com o agressor”, afirmou. Já a deputada Professora Jacqueline (União Brasil) falou sobre a Constituição Federal, que garante, em seu artigo 5º, que homens e mulheres são iguais perante a lei. “Ainda vemos muita desigualdade em relação às questões salariais, ao espaço político e à habitação. Todas as mulheres ainda sofrem muito, embora os direitos sejam assegurados por lei”, disse. Crianças e adolescentes se manifestam A solenidade contou com a participação de 50 crianças e adolescentes, 30 meninas e 20 meninos, que puderam expressar o que pensam sobre igualdade, respeito e os direitos das mulheres. A pequena Valentina Cabral, de oito anos, apresentou um texto sobre as mulheres e falou da esperança de um mundo melhor no futuro. “A história é marcada por mulheres que abriram caminhos, quebraram barreiras e provaram que o lugar da mulher é onde ela quiser. Mais do que grandes feitos, são os gestos cotidianos, a persistência silenciosa, a empatia e a firmeza diante das dificuldades que revelam sua verdadeira grandeza. Que cada menina cresça sabendo o seu valor e que cada mulher conheça a sua potência”, disse. A adolescente Júlia Mota, de 16 anos, agradeceu à deputada Alessandra Campelo pela oportunidade de falar da tribuna da Aleam e pelo espaço concedido aos meninos e meninas. “Hoje, falo como adolescente e estudante, e como a voz de muitas meninas que sonham, acreditam e estudam para tornar o mundo um lugar mais justo. Durante muito tempo, ‘lutar como uma garota’ foi usado como ofensa ou visto como algo negativo. Mas lutar como uma garota é ter coragem quando dizem que você não pode. Resistir mesmo quando tentam nos diminuir. Eu sonho com um futuro em que nenhuma menina tenha medo de andar sozinha”, afirmou. Já Lenara Muniz,  mãe de Bruna, de oito anos, e de Arthur, de 12, falou da importância da educação das crianças dentro de casa para formação de cidadãos melhores. “Toda violência contra as mulheres começa na prevenção. Precisamos mostrar para quem é o nosso futuro que são as crianças que lutar como uma garota é uma mensagem que deve ficar na cabeça das meninas. Em casa, tento conscientizar meus filhos, principalmente o menino, que carrega o maior estigma do machismo estrutural”, afirmou.
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04.03.26 15:43h
Dra. Mayara faz alerta sobre importância da vacinação contra o HPV
No Dia Internacional da Conscientização sobre o HPV (Papilomavírus), 4 de março, a deputada estadual Dra. Mayara Pinheiro Reis (Republicanos) faz um alerta à população para os cuidados e prevenção da doença no Amazonas e destaca projetos de lei e requerimento apresentados na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam)  relacionados ao assunto. “Durante meu mandato tenho priorizado trabalhos direcionados à saúde, minha principal bandeira no Parlamento Estadual e, diante dos altos índices de câncer apresentados no Amazonas não poderia ficar inerte e apresentei propostas para reforçar a luta por melhorias e pela acessibilidade da população, sabendo que, a vacinação e a orientação contra o HPV ainda são nossas maiores armas para prevenir o contágio”, afirmou a parlamentar. Mayara aproveitou a oportunidade para destacar o Projeto de Lei n°182/2025, de sua autoria, que solicita a alteração na Lei nº 3.872/2013, para que doses da vacina contra o papilomavírus (HPV) sejam disponibilizadas para meninas de 9 a 14 anos, matriculadas na Rede Pública Estadual, municipal e privada de ensino no Amazonas. Ainda no âmbito escolar, a deputada ressaltou o Projeto de Lei n° 1002/2025, onde solicita a inclusão nos temas transversais do currículo no Calendário Escolar de Educação pública e privada de ensino no Estado, o tema: “o vírus HPV como fator de risco para o câncer de cabeça e pescoço”. Além dos Pls, Dra. Mayara enviou o Requerimento n° 4484/2025, solicitando a ampliação da oferta da vacina contra o Papilomavírus Humano (HPV) para a população adulta no Programa Nacional de Imunizações (PNI). De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, Dra. Rosemary Costa Pinto (FVSRCP), com base em dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), o Amazonas registrou mais de 20 mil mortes por câncer entre 2021 e 2025. A idade média foi de 62 anos, e 61% dos óbitos ocorreram em pessoas com 60 anos ou mais. No mesmo período, a mortalidade chegou a cerca de 70%, com números semelhantes entre homens e mulheres. A vacina contra o HPV é oferecida pelo Sistema único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, pessoas imunodeprimidas (vivendo com HIV ou AIDS, transplantados, pacientes oncológicos), vítimas de abuso sexual de 9 a 45 anos, pacientes com Papilomatose Respiratória Recorrente (PRR) e usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV, de 15 a 45 anos. Aliada ao uso de preservativos, a vacinação é a melhor forma de reduzir o risco de contágio e combater o Papilomavírus. Sobre o HPV O Papilomavírus é uma infecção sexualmente transmissível (IST) que afeta pele e mucosas, podendo causar o surgimento de verrugas anogenitais e está associada a cânceres como: de colo uterino, ânus, pênis, boca e garganta. A infecção não apresenta sintomas na maioria das pessoas, podendo permanecer no corpo por meses a anos, sem manifestar sinais visíveis a olho nu. Crianças também podem ser afetadas durante o parto, podendo desenvolver lesões verrucosas nas cordas vocais e laringe. O tratamento do HPV exige acompanhamento profissional e pode ser feito por meios químico, cirúrgico e estímulos à imunidade. Os parceiros sexuais também devem ser aconselhados e examinados. Se precisar de ajuda, não se envergonhe, procure um posto de saúde mais próximo.        
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04.03.26 15:23h
Aleam reforça conscientização e prevenção ao câncer colorretal no Amazonas
O mês de março é marcado pela campanha Março Azul Marinho, um alerta vital para a saúde pública. Instituída para conscientizar a população sobre o câncer colorretal (que atinge o cólon e o reto), a iniciativa busca reduzir a mortalidade por meio da informação e do diagnóstico precoce. No Amazonas, a mobilização ganha força com o apoio direto da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), por meio da sua Diretoria de Saúde. Inclusive, por meio da Lei nº 6.053, de autoria do presidente da Casa, deputado Roberto Cidade (UB), foi incluído o Março Azul Marinho no calendário oficial do Estado. “É essencial ampliar, ao máximo, a divulgação de informações a respeito do assunto, as medidas de prevenção e os exames que podem promover um diagnóstico precoce, que permita tratamento e até a cura”, aponta Cidade. O principal objetivo do Março Azul Marinho é desmistificar a doença e incentivar o rastreamento preventivo, afirma o diretor de saúde, médico Arnoldo Andrade, explicando que o câncer colorretal é um dos poucos tipos de tumor que podem ser prevenidos de forma eficaz, pois muitas vezes se origina de pólipos, que são pequenas lesões benignas que crescem na parede do intestino e que, se detectadas e removidas precocemente via colonoscopia, impedem o surgimento do câncer. Segundo o médico o diagnóstico em estágios iniciais eleva as chances de cura para até 90%. “Por ser uma doença silenciosa em sua fase inicial, a campanha foca especialmente em pessoas acima dos 45 anos, idade recomendada para o início dos exames de rotina, mesmo na ausência de sintomas”, destaca Andrade  Centro Médico O Centro Médico Carlos Avelino da Aleam atua orientando servidores e colaboradores sobre a importância de manter os exames em dia. O centro oferece suporte e direcionamento para a realização de exames preventivos, como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia, reforçando que a saúde do servidor é prioridade para o bom funcionamento do Legislativo. Embora o ideal seja descobrir a doença antes de qualquer sintoma, o corpo pode dar sinais de que algo não vai bem. Devem ser investigados imediatamente por um médico sangue nas fezes (seja vivo ou escurecido); alteração do hábito intestinal (diarreia ou prisão de ventre que não passa); mudança no formato das fezes (muito finas ou compridas); dor ou desconforto abdominal persistente; perda de peso inexplicada e anemia (fraqueza e palidez). Números Os números reforçam a urgência do debate. Segundo as estimativas mais recentes do Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil são esperados mais de 53 mil novos casos de câncer colorretal para o ano de 2026. A doença já é o segundo tipo de câncer mais frequente entre homens e mulheres (atrás apenas de próstata e mama, respectivamente, se excluído o câncer de pele não melanoma). No âmbito estadual, o Amazonas acompanha a tendência nacional de crescimento. Dados recentes apontam uma estimativa de centenas de novos casos anuais, com uma concentração significativa em Manaus (cerca de 80% dos óbitos registrados no estado ocorrem na capital).  
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Deputado Joao Luiz alerta para riscos de intolerancia religiosa Foto Mauro Smith
04.03.26 15:11h
Deputado João Luiz alerta para riscos de intolerância religiosa
O desrespeito, a discriminação, a hostilidade e a violência contra pessoas ou grupos por causa de suas crenças, caracterizados como intolerância religiosa, foram temas abordados pelo deputado estadual João Luiz (Republicanos), nesta quarta-feira (4/3), no plenário Ruy Araújo da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). O parlamentar destacou o exemplo da Coreia do Sul, onde o Parlamento debate um projeto de lei que pode permitir o fechamento de igrejas no país asiático. Em seu discurso, o republicano pediu a união de parlamentares de todo o Brasil para impedir que proposta semelhante chegue às casas legislativas brasileiras. “Pedimos a união dos Poderes Legislativos para que não aceitem projetos como o da Coreia do Sul no Brasil. Não podemos admitir o fechamento de igrejas em nosso país, que é democrático e respeita todas as crenças”, pontuou. Segundo o deputado, as igrejas atuam como barreiras contra o avanço da intolerância e desempenham papel de resgate social para pessoas de diferentes classes, mesmo sendo alvo de ataques em eventos culturais. “Pessoas vão introduzindo, lentamente, ao longo do tempo, a intolerância religiosa na cultura, como aconteceu no Carnaval deste ano, quando uma escola de samba colocou famílias tradicionais cristãs em latas de conserva, demonstrando total desrespeito a essa parcela da sociedade. Em ano anterior, chegaram a apresentar um personagem representando Jesus Cristo sendo arrastado na avenida pelo demônio”, ressaltou. João Luiz destacou ainda o papel das igrejas em áreas onde, segundo ele, o poder público não consegue atuar de forma efetiva. De acordo com o parlamentar, as instituições religiosas ajudam a salvar vidas, retirando pessoas das drogas e de outros vícios, reinserindo-as na sociedade. “As igrejas, sejam elas católicas ou evangélicas, realizam um trabalho exemplar onde quer que estejam e, por isso, merecem respeito e apoio. Elas retiram pessoas dos vícios, oferecem novas oportunidades de vida. A intolerância religiosa precisa acabar no Brasil, e as pessoas devem respeitar umas às outras, independentemente de sua religião”, finalizou. Coreia do Sul Na Coreia do Sul, parlamentares discutem um projeto de lei que permitiria ao governo dissolver organizações religiosas, incluindo igrejas, em determinadas circunstâncias, especialmente diante de suspeitas de irregularidades. Defensores afirmam que a proposta reforça mecanismos já existentes para responsabilizar instituições que violem a lei ou prejudiquem o interesse público. Críticos, porém, alertam que a medida pode abrir espaço para maior controle estatal sobre a religião, afetando comunidades inteiras e permitindo ações como dissoluções arbitrárias, buscas e confisco de bens. A pesquisa “Panorama da População Religiosa em 2025” indica que os protestantes superam budistas e católicos entre os sul-coreanos que declaram possuir religião.
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Projetos em tramitacao na Assembleia Legislativa do Amazonas priorizam medidas ambientais e assistencia a servidores publicos Foto Hudson Fonseca Aleam
04.03.26 14:04h
Projetos em tramitação na Assembleia Legislativa do Amazonas priorizam medidas ambientais e assistência a servidores públicos
Durante a Reunião Ordinária desta quarta-feira (4/3), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), onze matérias passaram a cumprir prazos regimentais em pauta. Entre elas, projetos que tratam de prioridade em saúde para doadores de órgãos em vida, apoio a pacientes em tratamento contra o câncer, assistência a servidores com dependentes com deficiência, combate a incêndios florestais e iniciativas voltadas à sustentabilidade e à justiça intergeracional. Em segundo dia de tramitação, três Projetos de Lei de autoria da deputada Dra. Mayara Pinheiro Reis (Republicanos) propõem medidas de proteção ambiental, responsabilidade administrativa e fortalecimento da sustentabilidade nas políticas públicas. O PL nº 96/2026 estabelece penalidades administrativas para incêndios intencionais em áreas de mata e vegetação, proíbe queimadas em florestas, áreas de preservação permanente e espaços urbanos ou rurais que ofereçam risco à vida e à saúde, e prevê multas de 500 a 10 mil UFP/AM, podendo dobrar em caso de reincidência, além da obrigação de reparar os danos ambientais. Segundo a parlamentar, diante da dimensão territorial do Amazonas e da complexidade no enfrentamento aos incêndios florestais, é essencial garantir atuação integrada entre órgãos estaduais, com disponibilização de servidores, veículos, máquinas e uso prioritário de caminhões-pipa para resposta rápida e eficiente. O PL nº 97/2026 reconhece o direito das futuras gerações a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, incorporando o princípio da justiça intergeracional como orientador das políticas públicas estaduais, para que decisões atuais considerem impactos sociais, econômicos e ambientais no longo prazo. Já o PL nº 98/2026 veda a chamada compensação fictícia em ações administrativas e ambientais, exigindo que medidas compensatórias sejam concretas, proporcionais e verificáveis, com mecanismos de monitoramento e avaliação. Também está em análise, no segundo dia de tramitação, o PL nº 94/2026, da deputada Débora Menezes (PL), que altera o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei nº 1.762/1986) para consolidar normas de acompanhamento e assistência a servidores com deficiência e àqueles responsáveis por dependentes com deficiência, incluindo pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A proposta busca padronizar procedimentos e evitar exigências reiteradas e exposição indevida de informações sensíveis, garantindo maior segurança jurídica e proteção aos servidores.  
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Cabo Maciel destaca formatura de novos policiais militares e reforca avancos garantidos que ampliaram acesso e protecao social na tropa Foto Paulo Ferraz scaled
04.03.26 12:12h
Cabo Maciel destaca formatura de novos policiais militares e reforça avanços garantidos que ampliaram acesso e proteção social na tropa
O deputado estadual Cabo Maciel (PL) participou, nesta terça-feira (03/03), da solenidade de formatura de 500 novos policiais militares do Amazonas, realizada na Arena Amadeu Teixeira, em Manaus. A nova turma concluiu o Curso de Formação de Soldados (CFSD) e passa a reforçar o policiamento ostensivo na capital e no interior. A cerimônia integra o processo de recomposição do efetivo da segurança pública estadual, dentro do concurso realizado em 2022, o primeiro após mais de uma década sem seleção para a corporação. Ao destacar a importância do momento para a segurança pública e para a valorização da carreira militar, Cabo Maciel chamou atenção para dois marcos legais que ajudaram a ampliar oportunidades e dar mais dignidade ao processo de formação dos novos policiais. Um deles é a Lei nº 5.671/2021, que alterou a Lei nº 3.498/2010 e elevou de 28 para 35 anos a idade máxima para ingresso na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas. O texto legal passou a exigir que o candidato tenha, no mínimo, 18 e, no máximo, 35 anos completos no momento da inscrição no concurso público. Cabo Maciel ressaltou que a mudança representou uma correção importante e ampliou o acesso de milhares de amazonenses ao concurso. Em levantamento divulgado pela própria Assembleia, mais de 7,1 mil candidatos foram alcançados pela alteração legal, o equivalente a 53,42% dos aprovados para a fase seguinte do certame à época da divulgação do resultado preliminar. “Essa formatura tem um peso muito grande porque ela representa a chegada de novos homens e mulheres para fortalecer a segurança do nosso estado, mas também simboliza a vitória de quem esperou por uma oportunidade. A ampliação da idade para 35 anos foi uma medida justa, necessária e alinhada à realidade de milhares de candidatos que sonhavam em vestir a farda”, afirmou o parlamentar. O deputado também destacou a Lei nº 3.725/2012, que dispõe sobre a remuneração dos policiais e bombeiros militares do Estado do Amazonas. A norma estabelece que o direito à remuneração começa, entre outras hipóteses, a partir do ato de inclusão e matrícula para os alunos das escolas e centros de formação, e o Anexo I da própria lei prevê rubrica específica para Aluno Soldado, com remuneração própria durante o período de formação. Segundo Cabo Maciel, esse dispositivo foi fundamental para assegurar proteção mínima ao aluno em formação, dando respaldo financeiro ao candidato desde o início do curso. “Não se trata apenas de abrir vagas. É preciso garantir condições para que o futuro policial consiga concluir sua formação com dignidade. A remuneração do Aluno Soldado durante o curso é uma medida de justiça e de valorização da base da corporação”, destacou. A participação de Cabo Maciel na solenidade reforça sua atuação histórica em pautas ligadas à segurança pública, à valorização da Polícia Militar e à defesa de melhorias estruturais para a tropa. Para o deputado, a chegada dos novos soldados amplia a presença do Estado nas ruas e fortalece a capacidade de resposta da corporação tanto em Manaus quanto nos municípios do interior. “Cada novo policial formado representa mais presença, mais prevenção e mais proteção para a população. O Amazonas precisa de uma tropa forte, preparada, respeitada e valorizada. E esse é um compromisso que sempre defendi no Parlamento”, concluiu Cabo Maciel.  
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